O vício não pensa, não argumenta, não reflete e nem pondera. Ele resolve, decide por você, quebra todos os seus planos. O vício tem a força química, a força física e o ânimo que muitas vezes, alíás, todas as vezes, faltam à virtude. O vício é tirano, oportuno, um vencedor.
É rápido, preciso e sabe o que quer. Nasce simultaneamente no peito, na cabeça, na garganta e irradia em todas as direções, sem dó nem piedade. Quem sabe minha maior virtude um dia será não brigar mais com meus vícios. E aceitar pepsi em vez de coca, nova schin em vez de heineken, talento em vez de toberlone alpino.


15/02/2012 às 03:43
sim sim sim
não não não
28/02/2008 às 22:44
Mas talento é bom….. :)
Mas perde na quantidade para o alpino, na boca de fumo, digo, de açucar que frequento no trabalho.
27/02/2008 às 18:21
Tenho dificuldade em me viciar no quer que seja. Brinco com isso. Com o fogo. Fumo de vez em quando. Bebo bastante de vez em quando. Tudo pouco. Ah, esse vício de me viciar em algo!
Você me faz lembrar de Tim Maia e aquela história dele, de que fumava maconha desde os 15 anos e não era viciado.
27/02/2008 às 12:22
Resta-nos emular aquela santa oração atraibuída ao não menos santo Agostinho: “Senhor, livrai-me das tentação, mas não hoje”.
Ou aquele mandamento do nada santa Oscar Wilde, que dizia que a melhor forma de resistir a uma tentação é ceder.