Chegue perto, bem perto, pero no mucho

08/07/2008

 

 

Se de perto ninguém é normal, de muito perto piorou. Para conhecer e amar uma pessoa anormal, a começar por nós mesmos, é fundamental encontrar a distância ideal. Recomento carregar uma lupa imaginária  no bolso e ir encostando aos poucos. Quando tudo parecer bem nítido, é melhor se dar por satisfeito. Basta mais um milímetro para tudo ficar borrado novamente.

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Uma resposta para “Chegue perto, bem perto, pero no mucho”


  1. Amigo,
    De perto não só ninguém é normal como cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é. Eu me incluo na lista dos dez mais que fazem destas vias uma procura, uma loucura ou, de repente, a cura, a cura.
    Que assim seja,

    Bjs e saúde ao blog e ao criador dele.

    Kátia Borges (do Crear)

    Tenho o privilégio de ter duas Kátia Borges nesta roda.
    A procura aqui é cotidiana, quanto a cura…
    Obrigado por tudo, por mim e por André.


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