Se de perto ninguém é normal, de muito perto piorou. Para conhecer e amar uma pessoa anormal, a começar por nós mesmos, é fundamental encontrar a distância ideal. Recomento carregar uma lupa imaginária no bolso e ir encostando aos poucos. Quando tudo parecer bem nítido, é melhor se dar por satisfeito. Basta mais um milímetro para tudo ficar borrado novamente.

11/07/2008 às 20:50
Amigo,
De perto não só ninguém é normal como cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é. Eu me incluo na lista dos dez mais que fazem destas vias uma procura, uma loucura ou, de repente, a cura, a cura.
Que assim seja,
Bjs e saúde ao blog e ao criador dele.
Kátia Borges (do Crear)
Tenho o privilégio de ter duas Kátia Borges nesta roda.
A procura aqui é cotidiana, quanto a cura…
Obrigado por tudo, por mim e por André.