Esbarrei com esta e outras 57 fotos antigas ao buscar no google informações sobre a história dos buzus de Salvador para ilustrar este texto sobre um possível próximo passeio, já que muitos pediram bis.
A idéia é simples:
Escolher uma linha circular que passe pela orla e percorra variados bairros da cidade. Marcar uma data, num feriado ou domingo. (1º , 3 ou 10 de maio).
Estabelecer o horário de circulação nos ônibus, num intervalo de mais ou menos quatro horas, pela manhã.
Cada pessoa ou grupo embarca no ponto e horário mais convenientes, da mesma linha, e todos se encontram num piquenique, no final da manhã, em um lugar por onde passe a linha escolhida (Pituaçu, Passeio Público, Parque da Cidade).
A idéia veio com a experiência recente como fotógrafo de janela de buzu, eu que ando neste troço desde o tempo em que existia Vibensa, eu que sou fascinado por este bonde de rodas, desde o tempo em que ele se chamava catanica, em Conquista.
O ônibus se revela um eficiente praticável móvel sobre o cotidiano da cidade.
Vamos nessa de renca, de novo? Nilson já se “inscreveu”, Maria e Pepe já demonstraram interesse e Mariana avisou que Regina e Madame Kátia também querem.
Tags: ônibus, buzu, catanica, Cotidiano, E-amigos, Fotografia, passeio de renca, Salvador, transporte coletivo

07/04/2009 às 11:43
Lá na minha cidade não tem coletivo, mas tem “catanica”, ônibus para Salvador, teluricamente conhecido por todos como “combão”.
P.S.: Ando com muita vontade de sair com vocês.
07/04/2009 às 13:30
Pode me incluir!!!
07/04/2009 às 13:52
Idéia ótima! Bia acabou ficando trsite por não ter ido no trem, ainda mais quando viu que Jana estava com a gente.
Adoro o parque de Pituaçu.
Vamos descer o Plano inclinado!
07/04/2009 às 13:53
Marcus, diz a Soraia que eu mando um beijo carinhoso pra ela, adorei o comentário terno que ela escreveu lá pra vó Mariazinha.
07/04/2009 às 13:55
Conheço de perto esse cenário aí. Trabalhava à noite no Comércio e na saída (por volta da meia-noite) havia tempo de pegar o elevador e os últimos ônibus Praça da Sé/Federação ou Nordeste, da empresa Beira Rio, pintados acho que de bége (quando a gente não sabe a cor diz que é bége).
Morava no Alto da Pombas, na rua Teixeira Mendes, portanto tinha que saltar em frente ao Campo Santo e ‘paletar’ noite a dentro. Se surgisse um sujeito em sentido contrário o botão de stress era ativado. Passado o passante, relaxava – provavelmente, o cara estava com tanto medo de mim quanto eu dele.
Vivíamos outra época, de fato.
Fotografias e textos, tudo de primeira.
07/04/2009 às 17:31
Estou neste buzu.
07/04/2009 às 18:19
A minha chance de (re)ativar o umbemcomum. Estou dentro.
07/04/2009 às 20:07
Não quero perder, já bastou perder o trem. Antes da Vibensa, peguei a LANAT: nas linhas de Barra e Barra Avenida Sinhô dirigia o 8, Raimundão dirigia o 7 e Edgard dirigia o Papa-Fila além de pegar também o 7 e o 8! Edgard era meu vizinho no Chame-Chame, pai de Cotoco e Evani, marido de Lourdes. Enquanto almoçava o buzu ficava parado na porta lá de casa e todos nós crianças brincávamos dentro do ônibus e íamos até a esquina na hora que ele ia embora e voltávamos pegando picula.
08/04/2009 às 08:32
Marcucho,
me lembro quando cheguei em Salvador, nos anos 90, e peguei ainda o Vibemsa. Como os caras corriam feito loucos eu costumava dizer: “Sibenza”, referindo-se ao nome da empresa. Invenção besta, mas, como vc resgatou o Vibemsa, vale aqui o registro. Ah, tem outra coisa que eu achava massa: a galera batucando como se estivesse na Avenida, desfilando os tambores do Olodum, numa alegria só. aliás, cadê a alegria do povo? Todo mundo anda tão mal humorado nos onibus que parece São Paulo…
13/04/2009 às 19:42
então…tentei postar um coments mas apagou…só comentando como adoro quando vejo fotos antigas da cidade…maria sempre traz coisas assim no continhos…gusmão sempre traz achados…
eu ainda peguei o resto dessa praça em 1996…
como a circulação de pessoas traz vida para a cidade…ps: gusmão, as fotos do passeio já estão no orkut e preparo o flickr para depois fazer um post.
15/04/2009 às 21:29
Marcus,
Perdi o trem, mas já embarquei no buzu, ainda que este sempre tenha me deixado mariadinha, mariadinha.
Era criança, com meus 10 anos, mas lembro perfeitamente do fim de linha da Sé, pois sou cria do Centro da cidade.
Até,
Kátia
16/04/2009 às 08:23
depois do trem, perder o buzu ( na minha terra chamava marinete a que tinha “bico” e coletivo a sem bico), vou me sentir abandonado pelo grupo. vô fazê forcinha.
meu trajeto de buzu era luis anselmo-barroquinha. adorava barroquinha na madruga. tinha um buteco alí que vendia uma batida de limão ( batida é ótimo!) dos deuses, e as “meninas” faziam companhia e os frequentadores, moradores ou habitués, tudo camaradinho…
18/04/2009 às 08:31
[...] comentários no seu blog. Não basta fazer um belo post. Tem que interagir. Tenho dois blogs. Em um deles, interajo diarimente, visito outros blogs, comento, trago informações de lá, faço [...]
22/05/2009 às 16:14
O painel da sacristia sobre lamina de cobre que se atribui a CARAVAGIO se não for me prove. Representa a CIRCUNCISÃO do menino jesus no oitavo dia de vida sendo a mais antiga cirúrgia com mais de 5 mil anos, que consistia na remoção do prepúcio, prega cutânea que recobre o pênis, os hebreus aprenderam esta técnica com os egipcios quando eram escravos era prevenção dos problemas futuros e higiene.
Ernest Bowes