Assim como Marcelo (Martelo, Marmelo) gosto do nome das coisas e de interpretar seus significados ao meu bel prazer.
Esbarrei esta semana com a teoria da dissônancia cognitiva e gostei muito da sonoridade destas palavras. Sou a própria dissonância cognitiva ambulante, permanente e múltipla, o próprio desajuste entre o pensar, o crer e o fazer.
E assim, falando bonito, difícil e errado, volto a tagarelar neste coco pequeno.
As coisas estão um pouco piores, devem piorar mais nos próximos dias, mas chego à conclusão de que escrevo aqui porque gosto, porque preciso e porque o mais o que fazer não me interessa. E, principalmente, porque não tenho conserto mesmo.
Tags: dissonância cognitiva
29/10/2009 às 11:10
E alguém aqui quer você consertado? O que é ser normal afinal? Viva Marcus Gusmão, todo desajustado, do jeito que a gente aprendeu a gostar. Gosto muito de ti garoto!
29/10/2009 às 12:05
Então ta combinado que vc não vai calar mais, não é?
30/10/2009 às 22:31
Dissonância me lembra bossa nova: é que os desafinados também têm um coração!
01/11/2009 às 16:44
Ai, Marcus!
Que grande alegria ter vc de volta! Essa rede tava muito sem graça sem vc.
Mantenha-se firme, para felicidade geral. Bj, c.
Manter-se firme é uma quimera. Mas tentarei. Valeu. bjs