Posts Tagged ‘Família, Família’

Paparazzo

27/05/2009

Da platéia do ensaio aberto de Jeremias, profeta da chuva, ontem,  na sala do Coro do TCA, saquei minha cyber-shot em meio aos cliques profissionais e registrei a mana Mônica em ação. Dona Edith, mãe coruja e sertaneja, estará na platéia da estréia, no próximo dia 6 de junho.

DSC04175

DSC04272

DSC04305

DSC04353

Em Moreré, gigolô de renca se dá bem

04/03/2009

Sabe aqueles meninos engraçadinhos na sinaleira, pais por perto, a desafiar o nosso racional que ordena não ceder pra não viciar o cidadão? Às vezes a gente não resiste.  Pois é, descobri na viagem que também  uso esta técnica, de seduzir pela graça das crianças. Inicialmente era inconsciente, mas depois de constatar o sucesso da presença deles nas situações de necessidades como atolamento, negociação dos pacotes de refeições e diárias, comecei a manipular os cenários.Paulo Bono me ajuda a assumir esta  realidade adiposa] e esforçado, as crianças lindas como nas propagandas de banco, a mercê da criatura, e dão logo um jeito de colaborar  ou ceder para resolver. Assim foi em Moreré. Chegamos à noite e sem tempo nem energia para procurar um lugar pra ficar, seguimos a indicação de Rubem, artesão que vive no Capão e conhece o lugar (é interessante este fluxo bicho-grilo Chapada/Moreré). Fomos  então para a Pousada Moreré, a mais antiga do lugar, cujos donos são nativos. Desconto conseguido, dormimos todos num quarto que daria bem para um casal, mas não para uma renca.

Fabiana, filha do dono, ao ver nosso desconforto, fez uma proposta decente. O cunhado dela tinha a solução no fundo do restaurante da pousada. Conversa vai, conversa vem e nos instalamos numa casa de dois quartos, mobiliada do cortinado ao pano de prato, incluindo também gás, sal, detergente, além de gatos e  mangas no quintal. Tudo isso por R$ 60 a diária, com direito também  a companhia de crianças para brincar com  meninos. O que se assucedeu nestes dias  você acompanha neste resumo fotográfico abaixo:

1-amanhecer2

É bom chegar a lugares desconhecidos à noite. Ao amanhecer a gente se vê como numa peça de teatro, quando a luz se acende num ambiente absolutamente novo. Vi esta mudança de cenário a bordo de uma das canoas ancoradas na praia.

2amanhecer21

Maré vazante

3-amanhecer-bucolico

Pousada Moreré

4estrada-para-bainema1

Já em companhia de Luísa, caminhamos em direção à direita e por este caminho chegamos a Bainema, lugar sonhado por Soraya e que valeu a insistência dela em conhecer.

5-guaiamuns1

Por todo canto, principalmente pela manhã bem cedo, a gente se encontra com estas figuras assustadas e ariscas, a alegria dos meninos.

6-bainema

Mais tarde, toda a renca se reuniu em Bainema

7-dsc05651

A performance deste estrangeiro entoando mantras provocava muitos risos e brincadeiras entre nativos e turistas. Era uma espécie de sino a saudar o nascer e o pôr-do-sol. Figura bonita e de paz. Doido manso, na visão dos nativos.

8-dsc05683

Novo amanhecer no cenário presente em 9 de 10 fotos de quem vai a Moreré.

9-dsc05762

Aportada no mangue, uma das caravelas exibe sua cauda fatal, protagonista de uma cena digna de filme iraniano. Gritos lancinantes, garoto sai da água desesperado e logo uma roda de crianças e adultos se forma ao seu redor. Gritos e mais gritos. Quem já foi queimado por caravela sabe o tamanho da dor, que não passa. Mas logo aparece o avô. Para acalentar? Que nada, chinelo na mão, aplica uma sova no coitado pela desobediência de ter ido ao mar mesmo com o alerta de vento e da presença da frota lilás. Detalhe: a avó, desavisada, havia autorizado o banho.

10-dsc05613-21

Só na tarde do segundo dia tomamos o rumo da esquerda, onde ficam as famosas piscinas naturais de Moreré.

11-dsc05447

Assim encontramos a nova morada.

12-dsc05812

No terceiro dia partimos num passeio para Cova da Onça, povoado secular da outra ponta da ilha e aí novamente a sedução dos meninos ajudou nas negociações. R$ 50 para cada casal de turistas. Com mais R$ 20, incluímos os nossos três passageiros extras e seguimos a bordo do Ilha de Moreré para nossa aventura de um dia. Inicialmente os meninos super animados na proa, com a cara nos respingos e o corpo pra cima e pra baixo no balanço do mar. O que aconteceu minutos depois você acompanha no próximo capítulo porque a fita em série que se preza tem que acabar no melhor pedaço.

Quatro anos

15/02/2009

dsc03685-copia1dsc03693-copiadsc03700-copia1dsc03705-copia

“Com as palavras todo o cuidado é pouco, mudam de opinião…”

01/12/2008

Se as palavras mudam de opinião, imagine eu e a medicina.

 

Hoje, ao folhear a Veja, fiquei boquiaberto com um artigo de André Petry, sobre  a possibilidade de exageros no diagnóstico precoce. Outra notícia, que vi pela primeira vez no blog do Celso Chorik, deu muito o que falar nesta semana: a dúvida sobre a famosa dedada.

 

Ambas tocam na minha hipocondria e provocam estragos ainda maiores no meu desconfiômetro, minha descrença, embora, como Nilson, às vezes tenho uns ataques, passageiros, de fé. Nos médicos, nos deuses e nos homens.

 

Gosto da crença de Maria Sampaio nos médicos e do seu permanente alto astral. Confiaria no bom senso de Bernardo – antes de médico os médicos são gente e por aí se tira muita coisa.  

 

Confio plenamente em Jocete, médica dos meninos. E em Irismar, meu primo, que zelou e poderá ter que zelar a qualquer hora pelo meu juízo. Mas invertendo aquela máxima de antigamente sobre os anarquistas, confio nos médicos. Não confio é na medicina.

 

Tudo isso é apenas um preâmbulo para republicar dois textos sobre medicina do velho Licuri no Uol, de dezembro de 2006. No final tem outro post, da mesma época, sobre as palavras. Segundo o hoje blogueiro Saramago, elas mudam de opinião.

 

Vamos aos posts.

 

22 de dezembro de 2006

maria-pe

 

Pé que nasce torto…  conserta sozinho

 

Quem disse que a medicina só me traz notícia ruim?

 

Antigamente ninguém saía de um ortopedista sem uma faca cravada

no bolso. Além de caros, os coturnos infantis eram um suplício

pra quem tinha que calçar e pra quem tinha que mandar calçar.

E assim como os primeiros carros da Ford, os pais podiam escolher

qualquer cor e modelo desde que fosse  preto e pesado.

 

Mas eis que um belo dia, depois de torturar milhões de pais e filhos,

os ortopedistas devem ter se reunido em congresso e chegado à

conclusão de que assim como plutão não é planeta, as botinhas

também não eram remédio. E de que pé que nasce torto… conserta sozinho.

Eles deviam era pagar indenização.

 

Luísa ainda teve sorte. Pegou a fase intermediária do simancol

ortomédico e só precisou calçar um tênis branco com palmilha,

que mesmo assim era um trambolho e muito caro.

 

André nasceu também com o tal pé equino varo congênito

(eta google bom) de Luísa mas só fez fisioterapia. Mas Maria

herdou do bisavô Rubem não só os olhos azuis. É a cara e a

cambota do velho. Doutora Jocete já havia nos tranqüilizado, mas

por precaução indicou o ortopedista que acabou confirmando

o diagnóstico de joelho genovaro (cambota mesmo) e que só

receitou um retorno com seis meses para acompanhamento.

 

Quem tem filho sabe o que é enfrentar no convívio social o batalhão

de especialistas, que adora dar conselhos às vezes sutis,

às vezes nem tanto. Agora, além do diagnóstico de doutor Guilhermo,

vou ter uma bela resposta para desconcertar enxeridos:

 

- Isso mesmo. Ela tem um problema seriíssimo e o médico passou um

remédio caro, raro, e eu não tenho como arranjar, não sei mais pra quem

apelar.

 

Deixo a pessoa sofrendo um pouco com o temor de eu pedir algum pra

só então  informar o nome do tal remédio:

 

- Tempo!

 

(na foto, o pé de Maria enfiado num sapato de Marcinha, aqui em casa. A lembrança de Marcinha me levou ao post de Kátia de hoje e a um comentário que fiz lá sobre lembranças).

 

20 de Dezembro de 2006

xixi

Trans o quê????

 

Já estava  preparado para uma dedada, mas não sabia que o negócio

seria bem mais duro.

- Acho que seu problema é outro. Mas para lhe tranqüilizar, vou passar

um exame que se houver alguma coisa, pega logo no início, disse o

médico com a mesma naturalidade de quem anota um exame de urina.

 

- PSA e toque quando descobrem alguma coisa já é na bagaceira.

Você vai fazer uma ultra-sonografia trans….. .

 

Pelo prefixo, você já deduziu que será necessário atravessar alguma coisa.

Sempre admirei o estoicismo feminino, que enfrenta bicos de patos,

espátulas, ultra-sonografias trans, raspagens, curetagens e outros rituais

de torturas sem chiar.

 

Mulher adora derrubar o mundo  por outros motivos bem mais banais.

 

E eu que sempre fui um insuportável representante  do raso e obsessivo humor masculino, agora vou provar do meu veneno. Nunca ouvi nenhuma mulher falar gracinhas do tipo – Doutor, você tem duas

horas para tirar este bico de pato daí. Mas quando o assunto é a tal dedada é impossível contar o drama sem ter que enfrentar os engraçadinhos.

 

Como aconselhou o sábio avô de Fernando Pacheco, do Filosofia de Privada:

 

- Meu filho, não dê a bunda. Nunca conheci um que dissesse “dei e não gostei”.

 

Enfim, dois anos depois, beirando os 48, ainda não decidi se faço o tal exame questionado pelo Inca.

 

 

 

Sexta-feira , 01 de Dezembro de 2006 
 
“Com as palavras todo o cuidado é pouco,
mudam de opinião como as pessoas.”
 
Estas palavras estão no último livro de Saramago. Elas foram lembradas por Ivan, que está a ler As Intermitências da Morte. Estão num contexto um pouco diferente mas caíram como  uma luva para o que eu queria dizer.
 
Seguinte: desisiti de republicar um dos posts do extinto Licuri ao descobrir que o texto havia mudado de opinião. 

 

Agora, em dezembro de 2008, voltei atrás e republico posts velhos, mesmo que eles tenham mudado de opinião junto comigo. 

Férias pra que te quero

01/12/2008

Entrevistei recentemente um médico e sua mulher. Eles viajaram o mundo todo. Todos os destinos básicos e exóticos. Todos mesmo. Sempre com muito conforto. Mas na última aventura, e ele já passa dos 80, foram acampar numa tenda mongol, sem direito a banheiro privativo.

Era o que eu precisava para me animar. Em vez de ficar esperando tempo bom, resolvemos cair na estrada de barraca mesmo, aqui na Bahia mesmo. Destino: Baixo Sul, continente e ilha, Pratigi e Moreré.


Maria e André já ganharam até mochila com saco de dormir, tranqueiras do Sam’s Club, onde há dois anos compramos uma barraca tamanho família subutilizada. Não largaram as mochilalas o dia inteiro. É o tipo de novidade que enche os olhos das crianças, já que além do saco de dormir,  vem com lanterna e garrafinha de água.

A renca está animada com o planejamento. O desafio é carregar o minimo, para não pesar na hora de encarar barco e deixar carro pra trás. Outro desafio,  com prûmio, é gastar menos para ficar um pouco mais do que os dez dias previstos.

Já estamos na virtual viagem.

Mamãe Noel, deferente, pediculus humanus e seu Cari

25/11/2008

natal

O UOL não permite importar arquivos e por isso de vez em quando vou lá no antigo  Licuri  e trago uns posts. Desta vez resolvi passar a peneira em novembro de 2006.

O deferente continua intacto, Maria tem mais dentes, os pediculos nunca mais deram o ar da graça e a  Eletrolux anda meio barulhenta mas continua firme. Seu Cari ainda atende no mesmo número. A charge acima foi enviada por Marcinha e será sempre atual porque são as mulheres que resolvem a porra toda mesmo (clique para ampliar).

Recordar é viver. Vamos lá:

Meu deferente condenado à forca (27/11/ 2006)

deferente

Levarei meu deferente ao cadafalso. A ilustração mostra o tal tubinho por onde a metade de você passou um dia. Medicina tem uns nomes estranhos. Outro dia descobri (na teoria) que existe útero bicorno. Na prática descobri também, mas isso faz muito, muito tempo.

Não conhecia o tal deferente até que ele surgiu  numa roda de pais, onde o assunto era proles exageradas como a minha. O Dr. Niltinho, cirurgião com apelido e cara de menino, mas com mais de 800 deferentes estrangulados no currículo, deu a sentença: isso a gente resolve em minutos. Ainda estou criando coragem para o quando, mas a decisão está tomada. Em breve serei um cara menos deferente.

Cadê o bicho, Maria? (17/11/2006)

maria

O bicho não teve a menor chance na cabeça de Maria. Bastou uma  blitz relâmpago da tia-avó para o único estalar entre unhas. Bicho exterminado, ficou a graça de Maria. É só perguntar por eles e ela junta logo as duas mãos no alto da cabeça, coça e ri.

Vá entender, mas eu tenho uma memória afetiva positiva do bicho. Como lá em casa ninguém recebeu muito colo – éramos seis, a labuta grande e minha mãe não muito chegada a um chamego – lembro com felicidade da cabeça sobre uma toalha no colo dela  e da massagem das pontas das unhas e dos dedos abrindo espaço entre os fios de cabelo da minha cabeça.

Mas o bicho é tabu e segredo de família. As crianças é que entregam numa boa. Uma amiga estava no shopping com a filha e encontrou aquela vizinha chata, metida e fofoqueira. Vinha na direção, não teve como evitar e ficou ali naquela conversa mole, doida pra encerrar o papo. Na falta do que falar, a amiga danou a elogiar a farta cabeleira da menina.

_ Paulinha, seu cabelo está lindo!

Paulinha levantou no ato as duas mãos, fez o movimento de juntar  e afastar os dedos enquanto dizia com o nariz franzido: Tá assim de piolho!

Seu Cari (7/11/2006)

A máquina de lavar quebrou. A palavra mais próxima para o que aconteceu depois é… caos.

Pior é chamar alguém para consertar. Toda negociação com consertadores  me transforma num ser mais estúpido, mais incoerente, mais inseguro. E mais uma trouxa de adjetivos desqualificadores que me habitam normalmente em percentuais menores, mas que nestas horas chegam a 10000% e formam um rol maior do que o da roupa acumulada.

A saída seria a oficina autorizada. Mas autorizada só serve para a garantia. E como fora da garantia é extorsão certa, a gente parte então para a loteria dos autônomos. Alto risco.

Da última vez que a máquina emperrou a portinhola, um sujeito identificou um ruído estranho que, com certeza, seria o rolamento estragado. Consertaria por R$ 400, quase a metade do preço da máquina nova. Resolvi consertar apenas a portinhola e esperar o tal rolamento pifar de vez para comprar uma nova.

E parecia que desta vez a hora do rolamento da velha Eletrolux havia chegado. Ela que tinha quase os cinco anos de André e que nunca recusou o serviço diário passou a devolver a água em vômitos ensaboados que inundavam a área de serviço. Ela que chegou toda bela e imponente para substituir o velho tanquinho que acompanhou Luísa, não resistiu ao tranco com a chegada de Maria.

Eu já estava a contabilizar mais vermelho no orçamento.

Eis que surge seu Cari, indicado por Leila e Zé Luís, para estabelecer a normalidade na casa por … R$ 25 de mão-de-obra, mais os R$ 33 da eletrobomba e dos novos pés da máquina. Tudo comprado diretamente por mim na Paraná Refrigeração, na Vasco da Gama.

E a ex-quase defunta já está ali novamente fazendo seu inninninninninninninninnin num vai-e-vem delicioso.

E o tal rolamento, segundo novo diagnóstico, está e sempre esteve em perfeito estado.

Telefone do seu Cari: 3240 7676.

7 anos

31/10/2008

Nosso  guerreiro Jedi em dia de parabéns.

You Know I’m No Good

30/09/2008

A foto

 

A pedidos, da Aeronauta e de M., negociei a foto, feita domingo no passeio de aniversário.

 

O poema

 

Fui lá no Bu! e roubei…

 

(…) Seria o saber mera ilusão ?
e se soubéssemos tudo errado ?
a chance de saber certo pode ser
uma em um milhão.

 

O presente

 

 

 

Passei ontem parte da tarde ouvindo com os vizinhos  a música que dá título a este post e que veio no presente. Só conhecia a moça da má fama.

Confesso que temo pelo  primeiro piercing, pela primeira tatuagem, pelo primeiro gole.

Mas quem há de negar o talento desta criatura? 

O vídeo vale tembém pelo pai gordinho e simpático, motorista de taxi. Uma figura.

13

28/09/2008

Sorte grande. 13 anos.
Parabéns, Luísa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

Auta Maria

16/09/2008

 

O passar do tempo é também contar ausências nas fotos. Nesta acima, de exatos 25 anos, na porta da igreja do casamento de Stael e Marcelo, já são duas. No centro, de vestido azul,  está Auta Maria, que herdou o nome das nossas avó e  bisavó. A mesma Auta da segunda foto, parecida com a  minha Maria, de mão dada com meu tio e padrinho João, ao lado de minha irmã visitante Rita, num destes sertões onde eles moraram.

 

Na primeira foto Stael fala alguma coisa a ela, que se foi no final de 1993, 10 anos depois. Na extremidade direita  está Álvaro Vasconcelos, atrás de Josias, de braços cruzados. Alvinho também já não está entre nós. Era natureba radical e preferiu não enfrentar o tratamento de um câncer só descoberto já na metástase e se foi em menos de dois meses. Alvinho era uma figura, um dos mais sabidos da turma da Escola Técnica. Deixou duas filhinhas lindas.

 

Dizer que Auta se foi é amenizar uma tragédia. Ela estava numa fase de retomada da vida, feliz, em Porto Seguro, com um salão de beleza. Defendeu e deu guarida a uma funcionária que estava sendo assediada pelo padrasto e acabou morta com um tiro pelas costas, dentro de casa.

 

Lembrei de Auta ao desarrumar uma grande caixa em busca das fotos do casamento de Stael. Auta é filha de minha tia e madrinha Alzira. Quando criança, nossas famílias dividiram a mesma casa em Conquista antes deles irem para São Paulo e a gente para Castro Alves. Passei muitas férias na casa de tia Alzira em Jequié ou nos diversos sertões por onde eles andaram.

 

Auta foi velada na capela do Hospital onde nasci, o São Vicente. Ela tinha os olhos azuis do nosso avô. Lembro que saí pelas ruas próximas a buscar um tecido de tule para cobrir seu rosto.

Marcelo e Stael

14/09/2008

Assim se passaram 25 anos. Bernardo ontem listou coisas que nos sinalizam o tempo. Ir a bodas de prata de irmã mais nova é uma delas. Acima, Marcelo e Stael  na Igreja em Conquista. Fui testemunha e leitor de salmos bíblicos neste dia. Abaixo, ontem os dois rodeados da bela renca, Caio, Marcela  e Marina. Os sobrinhos André, Júlia e Mateus ajudam na trilha sonora.  Continuo testmunha de que foi um belo encontro. Parabéns aos dois.

Ckique na imagem para ver o vídeo de ontem