Posts Tagged ‘Música’

Zé Dantas

13/06/2009

Ao fazer uma matéria sobre médicos artistas para a Revista da ABM, no ano passado, o ignorante aqui descobriu que  Zé Dantas, autor de um dos mais belos poemas sobre a explosão dos hormônios femininos na adolescência, era obstetra. O próprio dotô que  chama o pai de lado  e diz que pra tal menina não há um só remédio em toda a medicina.

O parágrafo acima era pra apresentar mais um post bacana, do nosso médico e artista Bernardo Guimarães. Como ficou grande e ia tirar o foco da idéia principal, resolvi adiar o post e dar uma pausa rápida na sequência para falar de Zé Dantas.

Prestei atenção então, com a ajuda do Google, e descobri que  Zé Dantas é também autor de outras minhas preferidas, reunidas neste CD. Pode ser até injustiça afirmar, mas desconfio que Gonzagão entrava mais com a fama e com a estrela nestas parcerias. Faço esta injustiça com nosso rei do baião, mais por vingança, só para compensar outra injustiça da nossa cultura, mestra em relegar ao segundo plano os parceiros, os letristas.

Segue então uma sequência Zé Dantas. E porque hoje é 13, porque hoje é junho, Viva Zé Dantas, Santo Antônio, São Pedro e São João!

Zabumba bumba esquisito

30/05/2009

Morreu do coração. Tem expressão mais injusta? O pobre bate, bate, bate, bate a vida inteirinha e vem o outro e diz que um morreu do coração.
Sofre do coração. Esta já não é injusta, é dúbia.
Coração apertado.  De onde vem esta mão invisível?
Enfim, acordei hoje pensando no coração. No meu coração que anda batendo descompassado. Literalmente.

Um sabor de vidro e corte

Resignado e mudo no compasso da desilusão

Quer guardar o mundo em mim

Não sei por que

Durango Kid

28/05/2009

Durango Kid é a polícia e um quilo mais daquilo é maconha.

Eu tinha uns 12 anos e o meu primo de 19, sabido e maconheiro, foi quem me decifrou a música Eu quero é Botar meu Bloco na Rua, de Sérgio Sampaio. Tirei onda um bom tempo por “entender” aquela mensagem cifrada.

Um corte aí de uns  30 anos e outro dia incuti com uma música cantada por Zeca Baleiro, Tem que Acontecer.

Mais um corte de uns sete anos anos e hoje dando uma geral na atualização dos blogs, antes de tentar botar a vida em ordem nesta manhã, vejo o último post de Franciel, do Ingresia, sobre Sérgio Sampaio, com dois vídeos do cara.

No segundo vídeo postado por Fanciel, a música que o distraído e ignorante aqui julgava ser de Zeca Baleiro.

Foi a conta. Os dois  foram a janela para outros e outros e outros e outros e outros  e a minha manhã para colocar as coisas em dia foi pelo ralo. Mas ganhei uma bela viagem. Deixo então parte dela com você, nestes três vídeos de entrevistas abaixo e mais o link do blog Tributo a Sérgio Sampaio  ( http://sergiobenditosampaio.blogspot.com ), com o caminho das pedras para quem quiser ver mais na internet  e baixar músicas.




Estampas Eucalol

27/05/2009

Luiza Meira

Alegria grande. Vi há pouco um comentário num post recente, um poema de Nilson Pedro. Era de Luiza Meira, que embarcou conosco no passeio de trem, como convidada de Franciel, um cara cujo sucesso do blog gerou até uma legião de francietes. Cliquei no link com o nome e shazam… é esta imagem que você vê acima.  Ouça também. Hoje a tarde estive a ouvir idéias interessantes de quatro escritoras, ao lado de uma escritora e fotógrafa, Maria Sampaio.

Poetas, escritores, musicistas, fotógrafa. Continuo platéia do mesmo jeito, mas estas pessoas estão ao alcance num clique e também acessíveis na vida real. Eu os conheço e eles me conhecem. Somos contemporâneos, eu os vejo também pessoalmente e isto me torna uma pessoa importante, isto me alegra.

Tudo isso para falar sobre blog e esta atividade de escrever coisas diárias nesta tela que você lê. Este negócio aqui me conecta ao mundo, a pessoas bacanas, pessoas especiais. Como naquela propaganda da loja de sanduíche, amo muito tudo isso.

Música, maestro!

23/02/2009

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Campo Grande, 1952. Onde estaria Dalila, Dodô e Osmar a esta hora?
 
Tento ver as coisas da “perspectiva da eternidade”, mas isso é tarefa para Nilson Pedro e sua poesia.  Só vejo detalhe, só vejo os segundos e modifico minha opinião em função deles. Minha máquina fotográfica de enxergar o mundo emperrou no close. Quando tento fazer um zoom  ela desfoca e aí eu não entendo mais nada. Tudo fica embaralhado.

Mudei de universo nos últimos dois dias, passei a ver o Carnaval de um praticável do Campo Grande, de perto e de longe da festa. Os tios passam quase colados, a estrutura treme com a percussão. Mas ao contrário da Barra, o Campo Grande tem um entorno diferente, é uma espécie de centro Histórico do Carnaval, tem o cheiro dos antigos carnavais. Ali eu enxerguei a farra e a importãncia que o Carnaval tem para milhares de pessoas, vi a força dos blocos afros, vi a galera caindo no reggae, como desde antigamente.

Escapuli e tentei ir até a Praça Castro Alves ontem a tarde, encontrar o Gandhy, mas esbarrei  no espreme-gato  da casa D`Itália, o povo todo  buscando por Dalila -  uns dizem que Dalila é branca, outros dizem que é cor de mato – mas eu estava de água mineral.

 Sem Dalila na cabeça tentei voltar pelo relógio de São Pedro e me lasquei. Encontrei o Parangolé pelos peitos e ao som de piriri-pam-pam / piriri-pam-pam  estiquei o pescoço, a única coisa que eu conseguia mover com facilidade e fui navegando na maré contrária até escapar pela lateral do TCA. Aí o milagre aconteceu. Os cinco reais que havia esquecido no bolso da frente da bermuda ainda estavam lá.

Já de volta à minha bolha , alguém grita, lá vem o Fantasmão. Acabara de ver as imagens da pancadaria provocada pela passagem de Eddye pela Barra no dia anterior. Não conhecia o Fantasmão, só de ouvir falar e de um texto fantástico do maestro  Fred Dantas na Muito, em dezembro, em entrevista a Marcos Dias.

Meninos, eu vi. Ali estava a única novidade deste Carnaval. Novidade musical, novidade de performance , sangue novo na avenida. O garotão Edyye, com pinta de pop star, pegada hip hop,  rocker, kuduro, quebração, tudo junto, dialogava com a turba embaixo do trio, com intimidade, revolta e sinceridade.

Ao contrário dos comandos café-com-leite do prá esquerda, pra direita, todo mundo beijando, senta, levanta, deita, das estralas do axé, Eddye  falava com a turba com a intimidade de uma relaidade de exclusão, musical e social.

O maestro Fred Dantas nos explica melhor, quando fala da  “elaboração crítica e musical de um grupo Fantasmão”, que para ele tem reflexão social e contemporaneidade, “mais potencial de vitalidade” do que todo o resto da música hoje feita  na Bahia.

E dá uma explicação técnica, que não sei bem o que é mas entendo: “Se no axé isso não está acontecendo, no pagode está. Porque incorporaram o 6/8, os ritmos ternários do candomblé, em cima da base do samba. Aquilo ali representa mais o que o jovem baiano está pensando”.

Marcos Dias lembra então das músicas que reproduzem cantos do candomblé. Aí o cacete, digo a batuta, do maestro bate na cabeça do queridinho Brown:
“Mas há uma diferença entre uma letra como Balança Coqueiro, que fala do candomblé criticamente, de uma Maimbê Dandá, por exemplo, de Carlinhos Brown, que simplesmente é um refrão tomado do candomblé. Não há reflexão nenhuma nem deixa conseqüências nenhuma, a não ser aquela alegria de discoteca, com aquela expressão em iorubá, que vira uma expressão exótica para ser reproduzida, como Jorge Benjor faz em tetê tetêretê…. Você bota os gringos para ficar dizendo maimbê maimbê e não acontece nada, a não ser um desvirtuamento do sentido original.
E no pagode, não. Você faz uma citação e uma reflexão. As pessoas precisam escutar o que esses jovens pagodeiros estão dizendo. Vamos escutar o que Marcio Vitor tem a dizer. Vamos saber o que é o contra-egun que eles estão falando”.
 
Bravo, bravo!
Obrigado, Mestro!

PS – Duas cenas dignas de nota.  No sábado, mãe e filho pequeno cadeirante brincavam a valer na esquina do Campo Grande. A cadeira ia ao ritmo das gargalhadas e da felicidade do menino. Mesma cena ontem. Pai filho de Gandhy, menino idem, de turbante e colar, todo paramentado e feliz n ritmo do reggae, junto com outro irmão andante. Felizes da vida.

PS2 – Clique na imagem para ver mais fotos de antigos Carnavais e aqui para saber um pouco da história delas.
 
PS3 – Deixei os comentários sem resposta. Estou na correria pra pegar a estrada e de lá de Iaçu respondo. Levo a tiracolo Morte Abjeta, do vingativo Dr. Guimarães, Grão Vizir  das saúde do Baixo-Sul, que por aqui passou e não me deu o prazer da visita.

Sobrou para a donzela, ou não.

19/12/2008

“Venho d’um reino distante, errante e menestrel
Inda esta noite e eu tenho esta donzela”
(O rapto da Senhora do Tarugo – Elomar)

Sobrou para a donzela de A Tarde. Li e reli a matéria de Cláudia Lessa e não vi nada que justificasse o pito do patrício e filho da Tia Maricota do meu pai Gedeão deu na moça ontem no TCA.
Falo assim com essa intimidade de parente, e de quem já viu shows do bardo no Clube Social Conquista e num Rinha de galo, no século passado, quando João Omar ainda era um dos três filhos pequenos que tocavam flauta com o pai, pra dizer que os justos pagam pelos pecadores. Elomar é a mais perfeita tradução do que a gente chama no interior de pessoa sistemática.

A matéria da donzela é quase uma matéria de fã. Talvez a palavra enaltece, no trecho [...enaltece sua produção orquestral se colocando como um dos compositores que "o Brasil deveria conhecer se, para tanto, Brasília fosse uma senhora de pudor"] tenha sido o estopim da ira. Elomar fez um longo discurso contra a imprensa (nisso ele tem razão, não aguento mais tanto lixo nas chamadas páginas de cultura).
Deu a entender que a jornalista teria escrito que ele buscava a fama em outros países. Não vi também isso em nenhum lugar das matérias.
Enfim, pra quem ouviu foi divertido, mas não queria estar na pele de Cláudia (não consigo ligar o nome à pessoa). Minha solidariedade então à donzela, assim chamada pelo menestrel.
No mais, o show, como diz o chavão, foi antológico. Elomar tem o seu lugar na história da nossa música. Com a palavra o Ingresia e o Blag, que lá estavam também e entendem mais de Elomar do que eu e você.

P.S – postei este texto hoje cedo  no Falando na Lata, o blogue dos jornalistas, e Nilson, como prova de que não foi preso ontem nem pela PM nem pela  SET, já respondeu. E colocou também um vídeo do You Tube, seguramente à revelia de Elomar. Aproveito a dica e coloco outro,  nesta farra elomariana.

Contem comigo. Ou não.

11/12/2008

Caros amigos e e-amigos: contem comigo nos felizes e infelizes ano e mundo velhos e nos novos também.

 Mais aqui: http://www.playingforchange.com/pop.html.

Desde ontem encafifado com o vídeo acima, gravado ao redor do mundo em 1o países com   músicos de rua, ou na rua, cada qual na  sua rua (veja mais sobre o músico brasileiro César Pope), fui em busca então do original, de 1961, e descobri onde Renato Russo se inspirou para suas coregrafias com os braços:

Mas  a versão mais divertida (e talvez mais verdadeira no cotidiano) das que vi foi esta.

Timoneiro

08/12/2008

Computador bala

21/11/2008
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Acima, alguns dos objetos expostos no museu. E na última imagem o museu vivo a bordo de um computador bala (Redação de A Tarde, 16/08/91. Foto: Geraldo Ataíde).

Como já contei aqui, faço um jornalzinho de uma página semanal (às vezes quinzenal,  mensal…) para o Crear, a escola dos meninos. E toda edição traz uma ou mais historinhas das crianças, como essa:

 

Ao ver um disco de vinil reunido com os outros objetos para a exposição da Alfa sobre coisas antigas, João, do grupo 05, não se conteve:

 

_ Pô! Que cedezão!

 

Não é que eu também me espantei com o cedezão ao ver a exposição?

 

Reunido com outros objetos do século passado, o cedezão sobre um prato de um som Gradiente me jogou no meu tempo. Quem não teve um som Gradiente? Ou um disco da coleção Grandes Compositores?

 

Os objetos foram  levados pelas crianças alunas de Kátia Borges (não a Madame K, mas a madame educadora do Crear - este coco pequeno tem a honra de as vezes ser lido por duas KB) depois de pesquisa nos acervos de casa.  

 

Parece que foi ontem para nós, mas para as crianças são trecos estranhos e o museu fez o maior sucesso: fita cassete, disco de vinil e toca-disco de vinil, máquina de escrever, monóculos, máquina fotográfica analógica, telefone com disco, notas de cruzeiro e cruzado, selos, coisas que não existem mais.

 

Isso me lembrou uma história de uma criança que definiu carta a pedido da professora:

_ É um e-mail escrito a mão.

 

Ou de uma outra, ao ver uma máquina de datilografia:

_ Que computador bala, a gente escreve e imprime na mesma hora!

 

Enfim, parece que foi ontem. Mas meu cotidiano de outro dia  virou um completo museu de coisas estranhas e exóticas.

 

Note na foto da redação detalhes como cola tenaz  e caixinha de filme. Quem nunca utilizou esta caixinha para outros fins?

 

Atualizado em 25/11

 

E Marcelo, meu cunhado, me manda este registro de laaaaaá do início da década de 1960, quando ele já era um iniciado nas artes de computar num computador bala de contar e já treinava para trabalhar na Caixa:

 

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Em busca de incertezas

14/10/2008

Ernst Widmer, em foto de Isabel Gouveia

Fiz três ou quatro entrevistas na vida que me impressionaram muito. A última foi há poucos dias, com Lelé, o arquiteto do Sarah, das passarelas e das utopias, e que vai ser publicada em breve. Esta reproduzida abaixo, com Ernst Widmer, foi uma das primeiras,  feita em 1987, para o programa do concerto em comemoração aos sessenta anos do compositor e maestro, um suíço-baiano que disse ter nascido no país errado, que se encontrou no calor da Bahia.

 


 

E eis que na semana passada, o maestro baiano Eduardo Torres descobriu e me mandou um link deste projeto de pesquisa da UFBa com o arquivo da entrevista bruta, de uma hora.  Há uns 10 anos eu passei a fita cassete para ele, um apaixonado por Widmer, que passou para mp3 e deve ter mandado para uns amigos, que mandou para uns amigos… (Na verdade Eduardo esclarece por e-mail que passou o arquivo apenas para Ilza Nogueira, coordenadora do projeto de pesquisa “a maior (junto com Paulo Costa Lima) pesquisadora sobre Widmer, com dezenas de trabalhos acadêmicos sobre o assunto.”)

 

 


O bom é que a entrevista caiu na rede e está aí preservada, para pesquisa, como um dos documentos deixados pelo maestro, um sujeito do bem, de alma  iluminada e um jeitão magro, alto e desengonçado bem semelhante ao de Lelé, outro do time dos fora-de-série.

Ouça a íntegra da intevista, em mp3: Clique aqui e depois no link Entrevistas.  
Ou leia abaixo (clique na imagem para ampliar):

   

Coincidências

10/09/2008

 

Os mais místicos que me perdoem, mas para mim coincidência é apenas o ar comprimido das probabilidades. E elas me impressionam. Estava na feira de Feira de Santana e gravei com minha Sony de criança as imagens e os sons que saiam de um carrinho de tranqueiras. Era o autêntico samba da Quixabeira, que você certamente já ouviu no lamento do abandonado que suplica ao outro pra não agir como o passarinho, que fez o ninho e avuô, vuô, vuô, vuô… e que ficou sozinho sem seu carinho e sem seu amor no adeus a  Santo Amaro. Era a chamada cultura popular pirateada na feira. Isto gerou um post neste coco pequeno com o título pomposo de Roberto, quixabeira, schopenhauer, Contardo….e o meu maior hit no You Tube.
Eis que me vejo desde o início deste mês envolvido profissionalmente na divulgação de uma campanha contra a pirataria e eis que esbarro novamente na feira de Feira de Santana na semana passada com Cícero com a mesma camiseta azul de mais de um ano atrás e seu mesmo carrinho de tranqueiras mais incrementado, desta vez ao som de Zé Ramalho, conforme você pode ver no vídeo postado acima..
E aí abro a Estrela de Ana Brasila e na segunda página me deparo com uma das citações na abertura do livro: “Amigos são parentes que pude escolher”, que só então soube que era de J. Velloso. O verso, que eu conhecia na voz de Jussara Silveira, é a trilha sonora que melhor traduz a amizade. E eis que ontem estava eu diante de J. Velloso, o mesmo cara de Santo Amaro que escreveu outra obra prima – Santo Antônio -  que mesmo sem fé, canto sempre com louvor o refrão: Que seria de mim de meu Deus, sem a fé em Antônio.
Na conversa fiada da sala de espera da Rádio Metrópole antes da participação dele no programa Roda Baiana para falar sobre a campanha, tive então a oportunidade de confirmar a história que eu já conhecia de outras fontes, da sua recusa em ceder a música para utilização como trilha sonora de outro Antônio, que de santo não tinha nada. O interessante é que a avó, Dona Canõ, ao ouvir a música pressentiu que ela poderia conter esta leitura, digamos, terrena. E eis que quando chego na Metrópole, advinha qual é a primeira pessoa que vejo? Sim, ela, Juliana Cunha, a moça que já matou por muito menos. Quase que me apresento: Olá, sou seu fã. Este aqui é meu irmão Dine Ricardo e este aqui é J.Velloso. E aí já, encontrou o segundo cachorro? Mas eu não sou doido o suficiente. Sei que meu irmão é muito mais gato do que Saulo Fernandes  e J. Velloso é compositor. Mas não quis correr o risco dela fazer com um dos dois o mesmo que fez com o pobre rapaz.
E por falar em campanha, veja  também  o artigo Pirata da cara-de-pau, de J. Velloso,   publicado hoje em A Tarde. Assinantes podem ler aqui. Não assinantes podem me pedir por e-mail porque afinal esta é uma campanha contra a pirataria e o jornal não libera.
E por falar em leite das crianças, veja aqui o release de lançamento da campanha. Repasse para seus amigos formadores de opinião, nome científico para fofoqueiros.