Posts Tagged ‘TDAH’

Hiperfoco

23/07/2009

Rede dos Pontos de Cultura da bahia

Ando monotemático estes dias, viajando em duas variações sobre o mesmo tema.
Não me pergunte absolutamente nada sobre outra coisa.

Maria Sampaio e Nilson Galvão

A culpa é de Franciel

03/12/2008

A palavra tem força, portanto um comentário num blog  muda nosso destino. Seu Franciel, piloto do Ingresia, o único blog do universo autorizado pelo MKC, me aconselhou a focar nas coisas importantes.

Aceitei a sugestão. Queimei então um dos navios, joguei fora mais um peso do balão. Passei para a frente o trabalho temporário  do turmo alternativo.  Pronto, só falta agora desembuchar o tal artigo, mais um relatório de fim de ano e… Pratigi e Moreré, lá vou eu.

 

Acordei hoje ainda mais chateado porque com esta confusão toda acabei esquecendo do Dia do Samba, ontem na praça da Sé, com a presença de Paulinho da Viola.

 

Estava precisado de ouvir ao vivo Não sou em quem me navega….

 

Mas minha tristeza é menor do que a de seu Franciel, que passou o dia se preparando para o grande encontro, fez post anunciando o momento histórico e…vá então ao Ingresia saber se ele já contou o que aconteceu ontem.

 

SOS

02/12/2008

Travado. Há dias travado.

Suspeito que o começo de tudo desta vez tenha sido um artigo anunciado no trabalho, um texto que resolvi fazer mas que não sai.

Sei exatamente o que tem de ser feito mas estou paralisado.

São três frentes que depedendem de um movimento. De uma ação que não acontece. O trabalho formal, o tal texto, um trabalho eventual, texto e contatos, e a documentação para encaminhar o recebimento de outro. Só burocracia. Mas não movo uma palha.

Fiz e refiz prioridades. Escrevi listas. Segui os conselhos médicos. Nada. Tenho tempo. E nada.

E começo a ter prejuízo financeiro e profissional, além do prejuízo moral. Acabei de recusar  um frila por conta disso. Seria sexta e sábado, em Praia do Forte. É mole?

E o principal, o texto, não sai. E as horas passando. E os prazos cada vez mais estrangulados.

Ninguém entende o que acontece, nem eu mesmo. E como você consegue escrever no blog? Consegue comentar nos demais? Vagabundo. Quando não havia internet, estes períodos de travação era quando eu lia mais. Era quando eu  fazia mais as outras coisas. Fugas.

Se fosse um problema renal grave seria mais fácil entender. Se fosse uma arritimia, uma isquemia, uma tuberculose ou aquela música inteira dos Titãs, seria mais fácil entender. Mas é um treco invisível, inexplicável. É cabeça. Muito semelhante a preguiça, indolência.

O diabo é que num determinado momento vai acontecer um estalo. Vou fazer tudo o que tem de ser feito e que não foi feito há dias em algumas horas e vou ficar me perguntando por que tem que ser sempre assim. E sempre com prejuízo.

De positivo comemoro a recusa do tal trabalho no final de semana (uma das recomendações médicas é dizer não)  e o desabafo aqui.

E nestas horas, eu que não creio chamo por deus, chamo pelos orixás, chamo pelo universo. E peço arrego, e peço ajuda aos amigos e e-amigos. Ajudar em quê? nem mesmo eu  sei. Mas peço. E meu problema nem é tão grave assim. Mas peço. E não gosto de pedintes.  Mas peço. Sei que vou ouvir que é frescura. Mas peço. Pode falar, pode rir de mim, mas peço. Jogo o pouco orgulho que tenho no chão, e peço. Enfim, socorro. SOS.

A Pinta, a Nina e a Santa Maria

11/11/2008

spinnennetz

A vida é tudo o que me acontece enquanto postergo.  Como bom TDAH, quase nada do que planejei para a viagem foi feito.  O notebook vai sem mochila, o celular sem carregador,  a sacola  ainda está para ser arrumada, a poucas horas da viagem. Nestas horas lembro de Alvinho, um amigo que chegava aos compromissos sempre antes  de todos,  com seu inseparável  guarda-chuva.  Alvinho era tão pontual que até a Deus ele se apresentou com antecedência e se mandou deste mundo antes dos amigos. Admiro até hoje as pessoas que usam guarda-chuva, como Alvinho. Elas gastam tempo procurando o guarda-chuva, checando o guarda-chuva, ocupando temporariamente a mão ou a sacola com um guarda-chuva e fico a imaginar o prazer que elas sentem  quando cai uma chuva, ao abrir com tranqüilidade  a lona sobre si e sair por aí zombando de pessoas que como eu passam esbaforidas ou ficam presas nas marquises. Acho que estou falando do passado, porque faz um bom tempo que eu não vejo uma marquise.

Enfim, voltando  ao presente e â viagem não planejada,  o jeito é me concentrar no único compromisso que tenho,  semelhante ao de Pero Vaz.  Vou escrever  uma ou  mais  cartas diárias a meu rei, cidadão baiano que me paga o salário e me pagou a travessia, contando o que vi.

Portanto, a  partir de hoje e até o dia 16 este Licuri estará a serviço  da Teia 2008. Daqui a pouco partem as três caravelas, rumo às queimadas da Chapada, ao Oeste e ao Planalto Central. Com este espírito de descoberta, misturo Cabral e Colombo e sigo a bordo da Pinta, da Nina ou da Santa Maria. E vou tentar usar a velha sabedoria do mar, aquela que manda ajustar as velas da maneira mais favorável ao vento. 

Peguei aqui a imagem acima da teia que  não usou guarda-chuva. Vá lá que tem de brinde para você o poema Tecendo a Manhã, de João Cabral de Melo Neto. E por falar em imagem, não poderia deixar de registrar aqui a visão de Vivas sobre as queimadas na Chapada, que se repentem todo ano, há anos.

 

chapadavivas01

Voltei, Obama, cadeiras sem bundas, TDAH, Marcinha

06/11/2008

Não dá certo ficar vários dias sem escrever aqui. Acumula que é uma beleza. Fiz vários posts de cabeça, vamos ver o que sobrou.

 

Constatei há pouco dois mundos no Brasil. O povo que vê  a Globo pela ótica do Jornal Nacional e o povo que lê a Folha. O povo viu na Globo a euforia dos Estados Unidos com a Vitória de Obama, o apoio dos líderes do mundo. O povo que lê na folha, lê que líderes mundiais vêm com ceticismo a vitória. Volto então para pegar o link e a notícia desapareceu. Talvez eles se tenham dado conta do exagero.

 

Estou feliz com a vitória de Obama. Sei que é uma vitória simbólica, embora seja uma senhora vitória simbólica. A real  mesmo é  que nos EUA Democratas e Republicanos são nomes fantasia do mesmo partido, o partido  dos Estados Unidos. Mas não deixa de ser surpreendente ouvir um presidente americano se colocar contra a guerra. Vamos ver na prática.

 

O terceiro é a minha angústia com cadeiras sem bundas nos espetáculos bancados por nosso rico dinheirinho recolhido na forma de impostos. Lembro que assisti A Gaivota, de Tchecov, com o grupo Piolim numa Caixa Cultural com um terço da pequena capacidade do pequeno pátio improvisado como teatro. A entrada era franca.

 

Semana passada fui à abertura do FIAC com a Peça Melodrama, belo espetáculo carioca, a R$ 10 e R$ 20. A parte de cima do TCA completamente vazia e a de baixo com diversos buracos.

 

E neste domingo fomos todos ver a OSESP, talvez a melhor orquestra da América Latina, cujo maestro custa R$ 100.000,00 por mês aos nossos bolsos. Cabiam ainda 2 mil pessoas na concha. Entrada franca. Em Pernambuco o JC publicou entrevista de Neschling. Aqui os jornais não deram muita bola.

 

Soraya participou de um colóquio sobre trabalho forçado e chegou de lá dizendo que havia muitas cadeiras vazias. Tinha pesquisadores  da África, da Europa e de várias partes do Brasil e a terceira cidade do país não completa um auditório.

 

Qual o problema? Seria simplista dizer que faltou divulgação. Falta talvez um tipo específico de divulgação, uma divulgação efetiva, que chegue às pessoas que porventura se interessassem em estar ali. Estas pessoas existem, como chegar a elas é o grande desafio.

 

Não escrevi estes dias porque estava às voltas com prazos estourados. Quando me queixava com as pessoas, todas, absolutamente todas, comentavam algo como: me conte uma novidade.

 

E hoje, às 7h30, tem missa de 30 dias da partida de Marcinha. Na  Igreja da Conceição da praia.

Bilhete

07/05/2008

 

Tirando o absurdo da situação bem cotidiana, chamou minha atenção a correção do texto de seu Miro, porteiro noturno do prédio,  no bilhete que fez para mim na noite passada. Afora a pontuação, o resto está perfeito. Não há erro de ortografia, nem de concordânicia. Seu Miro escreve com menos erros do que muito estudante universitário.

Terceiro mês de rotativa

06/03/2008

Era inicialmente 1 mês. Até 31 de janeiro. Acabei ficando fevereiro e sigo até 31 de março trabalhando diariamente em jornal. Confesso que a alegria inicial vem sendo substituída por uma leve sensação de saco cheio… coisas de TDAH, suponho.

Bom, isto afinal é um texto público e este negócio de escrever todos os dias acaba colocando no ar conversas com os próprios botões. E os botões estão sempre ali do lado da gente, conhece a gente, não precisa explicar. E eles também não buscam explicações.

Tudo isso pra dizer que por mais ou menos que a gente fale, o texto é parcial. Outro dia minha irmã me ligou preocupada por conta de um post, achando que eu estava muito mal e na verdade não estava até bem. Era apenas uma ironia, uma gozação com pequenos infortúnios do cotidiano.

Enfim, para tentar consertar o dito lá em cima, saco cheio pra mim tem um significado meio estranho, que beira a satisfação. Sou assim mesmo. Consigo, tenho um certo sucesso nas coisas e o saco fica cheio mesmo, no sentido de completo, satisfeito.

Sem querer buscar desculpas no hipocampo, deve ser coisa de TDAH mesmo. Mazinho explica.

Tenho que comemorar

18/02/2008

Estava vasculhando os rascunhos do blog e descobri este post. E tenho o que comemorar. Terminei de ler o tal livro. Levei exatamente o mesmo tempo que o autor gastou para escrever. Conheço uma garota de 12 anos que leu mais ou menos 50 livros no ano passado. Eu li apenas este. Ainda bem que este meu traço de personalidade não foi transferido por hereditariedade. Deixo a seguir registrado o post/rascunho porque pretendo voltar  ao assunto O Processo  nos próximos dias:
 
 
Há certas coisas comuns, bestas, fáceis de realizar por qualquer mortal mas que pra o portador de TDAH  se tornam tarefas intransponíveis. Minha tarefa quase impossível é terminar de ler um livro. Sem essa dificuldade seria um cara lido. Mas não sou leitor, sou começador.O engraçado é que largo, abandono, perco, empresto até, mesmo estando envolvido, interessado, falando o tempo todo sobre o assunto.Às vezes nem começo, leio um pedaço e largo. Nem o Jogo de Amarelinha , que pode ser lido de trás pra frente, ao gosto do freguês, consegui terminar. Houve um tempo em que eu lia até o fim. Nesse tempo li A  Metamorse, de Kafka.Mas O Processo entra no rol daqueles que já tentei várias vezes, onde também me esperam Os Irmãos Karamazov e Sagarana. Todos literatura básica, mas que o cidadão aqui não conseguiu compartilhar com a humanidade.E a vontade de ir adiante no Processo já dura quase um ano. Seria uma oportunidade para também até o fim em Crime e Castigo, que segundo Modesto Carone, seria uma das matrizes da obra de Kafka. Quem sabe um dia chego lá…Sem culpa. 

 

E este blog já virou uma sociedade (sem autorização prévia) com o Olho da rua  Mas este Vivas  não fotografa…

 

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Quando o esforço piora ou cloridrato de metilfenidato lá vou eu.

18/12/2007

A agenda do google é a novidade mais visível depois de iniciada a terapia. Tenho me esforçado para não esquecer mais nada.

Acabei de colocar a feira no carro, veio o estalo: o dentista.

São 7h09min. Estou na Pituba e o dentista é na Barra, às 7h20. Vou assim mesmo, chego com 10 minutos de atraso mas chego. Acelero o carro e mentalizo a desculpa por estar de tênis, calção e camiseta.

Mil sinaleiras à frente, contornos estranhos, ruas fechadas, finalmente alcanço a Manoel Dias e acelero.  Aí veio outro estalo. Acho que o dentista é amanhã, quinta. Havia estabelecido um dia certo da semana justamente para facilitar a rotina. Ligo e oriento Eliene para pegar a agenda, na segunda página de um classificador organizador  que me acompanha (quase) o tempo inteiro. Eliene confirma, o dentista é quinta. Já estava na Amaralina. Alívio e retorno.

Eliene me dá então uma última informação:

Hoje é terça-feira!!!

Capitulo. Cloridato de Metilfenidato na cabeça!

Enquanto o novo post não vem…

18/12/2007

… fique com o cloridrato de metilfenidato.

Procrastinação

22/11/2007

O que é TDAH? Veja aqui. Você leva jeito? aqui e aqui. 

Eis o meu resumo, ou melhor, a cópia com  distorções adaptadas para as minhas necessidades do texto de Nuno Conceição sobre a tal da Procrastinação, ou este meu velho hábito de atrasar ou adiar sistematicamente a realização de atividades relevantes. Não há resumo ainda, apenas alguns cortes e alterações. Mas resolvi postar. Foi isso que consegui depois de muito postergar, já que coloquei como limite o dia de hoje. É uma vitória parcial. Coloco o prazo novamente para a próxima segunda. Eis a parte já alterada: Procrastinação de manutenção é aquela enrolação de pequenos atos do cotidiano: deixar chegar o quarto, a mesa, o armário a um estado de desorganização incontrolável, deixar empilhar os pratos na pia, entregar aquele texto sempre no limite ou depois do prazo… Procrastinação de desenvolvimento emperra iniciativas ou ações de desenvolvimento pessoal que poderiam levar a uma melhoria das condições de saúde, das condições psicológicas ou outras formas de proveito pessoal. A dieta, o parar de fumar, a caminhada matinal, a leitura necessária.O procrastinador ou enrolado passa a ter dificuldades em encontrar maneiras de tornar a vida mais agradável, melhorar a aceitação pessoal, a auto-estima, a sensação de auto-eficácia e as competências sociais ou profissionais.Nos casos mais graves as pessoas sentem-se deprimidas, imobilizadas ou frustradas. Procrastinar implica deixar que as tarefas menos importantes antecipem as mais importantes. Fazer qualquer coisa menos aquilo que tem prazo.Toda procrastinação envolve a decisão de adiar. Esta decisão pode levar a um alívio temporário imediato, mas a médio ou longo prazos pode conduzir a uma baixa sensação de auto-eficácia, a sentimentos de culpa. A procrastinação torna-se num problema mais sério quando afeta a auto-estima, os sentimentos de valor e de controle pessoal e de auto-eficácia, quando a qualidade do trabalho é significativamente mais baixa do que as capacidades do indivíduo, quando os outros já não podem confiar ao indivíduo a responsabilidade de completar o seu trabalho, quando coloca obstáculos que interferem com a persecução de metas e objetivos pessoais e profissionais, quando provoca sentimentos negativos no indivíduo ou provoca resultados inesperados e leva a problemas de saúde ou a relações desgastantes.A procrastinação encontra-se ligada ao conceito físico de inércia – uma massa em repouso tende a permanecer em repouso. Como tal, são necessárias mais forças para iniciar a mudança do que para a manter, o que convida ao adiamento do início das tarefas. Por sua vez, este adiamento ou evitamento, ao proporcionar uma sensação de conforto temporário, reforça a própria procrastinação, o que torna ainda mais difícil começar a agir no sentido inverso. Estamos, portanto, perante um ciclo de funcionamento que se alimenta a si próprio e que tende a perpetuar e a alastrar cada vez a mais áreas ou a assumir cada vez uma maior intensidade. Uma vez que se trata de um comportamento aprendido, pode ser desaprendido ainda que por vezes não seja muito fácil. O primeiro passo para a mudança consiste na conscientização dos nossos processos de procrastinação. Perguntinhas incômodas:Adia sistematicamente as tarefas sempre que é possível e, quando não é, diz que está pressionado pelos prazos apertados? Estabelece objetivos perfeccionistas e irrealistas? Receia não conseguir desempenhar tão bem quanto sonhava? Tem dificuldades em passar da fantasia à ação? Está consciente dos seus limites e ainda assim acha que “deve” e “tem” de conseguir aqueles objetivos?Persiste de forma sistemática em apenas uma parte ínfima da tarefa? Escreve e volta a escrever o parágrafo introdutório de um texto, descurando o corpo e a conclusão?Engana a si  próprio substituindo uma tarefa importante por outra aparentemente relevante?Procura constantemente agradar os outros? Sente que precisa da aprovação dos outros para ter confiança em si? Tem dificuldade em estabelecer limites e em tomar decisões próprias? É facilmente persuadido? Acaba por sentir-se sobrecarregado e excessivamente comprometido? Deixa de fazer as suas tarefas para ir ao encontro das expectativas ou necessidades dos outros?Imagina que leva os livros para ler nas férias e nunca os abre?Recusa convites para acontecimentos sociais com a desculpa que precisa trabalhar mas não fica em casa sem fazer nada?Quando pensa em adiar a realização dos trabalhos para ver 5 minutos de televisão ou para checar o correio eletrônico, será que não fica na televisão ou na Internet o resto do tempo sem fazer o mínimo trabalho?Vê a si próprio como irresponsável, indisciplinado e preguiçoso?Sobrestima as capacidades dos outros e subestima as suas acabando por sentir que não tem grande valor nesta ou naquela área (ou em todas) e que jamais conseguirá alterar o rumo dos acontecimentos?Engana a si próprio afirmando que um desempenho ou uns objetivos medíocres são aceitáveis para si? Subestimas o trabalho envolvido na tarefa ou sobrestimas as suas capacidades e recursos? Procrastina relativamente às tentativas para mudar os seus comportamentos de procrastinação e simplesmente gozas do estatuto social que essa atitude lhe confere? 
Pensamentos que passam pela cabeça do procrastinador: 

Vou esperar que tenha vontade para começar.
Mereço celebrar hoje. Começo amanhã.O meu problema de saúde não é muito grave. O tempo acabará por curar…Tenho muitas outras coisas para fazer antes desta Trabalho melhor sob pressãoParo por aqui: procrastinei a elaboração deste texto até o limite da postagem estabelecido por mim. Portanto, perdi (parcialmente) mais uma vez. A vitória parcial é que postei mesmo inacabado. A idéia agora é me dar mais um prazo para concluir tudo até a próxima segunda, dia 10 de dezembro.