Cato coco

02/08/2010

catador

Hoje vinha com minha dor de cabeça habitual, no carro azul e habitualmente sujo e velho, com o velho radiocelular mal conectado à orelha, quase em casa, quando ouvi um poema de Manoel de Barros na voz de Juca de Oliveira.

Como dizem os maconheiros, bateu na hora.

Os pregos do poema O catador são estes posts aqui. Em vez de pregos  cato cocos.  Isso garante minha soberania diante do caos.

Ilustração daqui.

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4 Respostas to “Cato coco”

  1. Chorik Says:

    Faço coro a Martha. Viva a sua soberania!
    Agora, vocês não ouvem música na Bahia, não?
    rs

  2. Martha Says:

    Valeu, MArcus! Eu ouvi uma vez este poema na rádio mas não consegui fixar nenhum verso e fiquei mesmo com vontade de ler de novo.
    Viva a sua soberania.

  3. Edu Says:

    Não tive a sorte de ouvir o poema. Um presente ter poesia assim numa tarde qualquer. Para mim que coleciono dias inúteis.

  4. Gerana Says:

    Interessante, eu também estava no carro e ouvi o poema na Band, mas falaram comigo durante os últimos versos.


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