Música, imagens, corpos, ação.

24/11/2012

27 anos da Escola Picolino de Artes do Circo, da Associação Picolino, da Cia Picolino estão ali condensados.

Toda a história ali, no picadeiro, misturada às imagens do cinema de Glauber Rocha, sob a lona de Pituaçu, sob muitos aplausos de público boquiaberto e encantado como deve ser todo público de circo.

Guerreiro é um espetáculo de identidade, resume Luísa enquanto voltamos pela Orla.

Seguimos de volta para casa satisfeitos com o que vimos, enumerando as qualidades de Guerreiro, a qualidade da música, dos músicos, dos movimentos, da sincronia, da força dos corpos, da força das imagens.

Sim, temos um espetáculo de circo ímpar, nosso, de identidade.

O que mais chama a atenção em Guerreiro é a multiplicidade de desafios de cada um dos artistas em cena.

Num circo qualquer cada número tem seus especialistas, cada número tem o seu ou os seus artistas dedicados àquela técnica. Na Cia Picolino você tem todos, ou quase todos, em quase tudo. No monociclo, na acrobacia, no tecido, no contorcionismo, na corda, nos malabares, no quadrante, voando no trapézio.

Todos, ou quase todos, a fazer quase tudo é a cara da Picolino. Uma cara de Bahia, de Brasil, uma cara da gente.

Viva Guerreiro, Viva a Picolino!

Veja as fotos de  Maíra Do Amarall  http://on.fb.me/UjXna3

 

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=3986665781809&set=a.1137311949744.2020128.1135737937&type=1

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