Evitando nefastos ques ou estudando o alfabeto

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Escrever é cortar palavras, disse o poeta.  Tento agora cortar ques, conselho de Maria Sampaio, gerúndios e adjetivos, embora esteja satisfeito com o resultado dos três reunidos  no título deste post.

Hoje, ao ouvir a entrevista de Tom Zé no Roda Viva, entendi a necessidade do corte dos adjetivos. No seu primeiro contato com a escrita na escola, o menino Tom Zé se espantou ao fazer uma leitura silenciosa com os colegas: “Será que todo mundo está entendendo a coisa exata que eu estou entendendo?”  E ficou três dias encafifado com isso.

Entender a mesma coisa exatamente talvez seja impossível, mas  você se aproxima mais disso quando usa verbos e substantivos. Grande amor não acrescenta nada ao amor. Nem a dor profunda torna mais aguda a minha dor aos olhos de quem lê. Cada um tem sua medida de amor e dor.

Vale a pena ouvir  Tom Zé para aprender a ler: https://www.youtube.com/watch?v=JFP5FnAm3QQ

Foto: http://www.flickr.com/photos/gusmaomarcus/4516664843/in/photostream/

Mais sobre Tom Zé neste coco pequeno: https://licuri.wordpress.com/tag/tom-ze/

 

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=4786082366724&set=a.1137311949744.2020128.1135737937&type=1

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