Memória quente

Tirando as crônicas hipertensão e obesidade branda caminhando para severa, quase não adoeço pra cair de cama. Mas o bicho pegou neste últimos dois dias, começou com tosse seca, evoluiu para febre, espirros, sudorese e prostração. Ainda bem que o notebook vai pra cama comigo e eu fico de lá acompanhando a felicidade alheia no facebook.

Tem um lado bom, acredite, vem junto com a prostração. No dorme/acorda febril bate a memória de infância. Lembro da maçã comprada como remédio por minha mãe na esquina da Monsenhor Olympio, em Conquista. Era vendida em caixas empilhadas, embaladas com o papel azul. Quem sabe daí meu primeiro contato com o espanhol. Manzanas argentinas.

Mas da manzana não lembro o gosto.

O gosto mesmo lembrado com nostalgia é o de bolacha e guaraná, liberados nas épocas de minhas crises de asma.

Se tiver ânimo, vou ver meu Bahia ali na TV do Bar do Tonho daqui a pouco. E em vez da caipirosca de sempre, vou pedir um guaraná. A bolacha levo clandestina.

https://www.facebook.com/gusmaomarcus/posts/10201002238034908

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