Archive for the 'Album de família' Category

Eles envelhecem muito rápido

27/01/2017

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Maria no Pratigi: jan2009 e jan 2017.

 

Tempo de listas

22/12/2016
10 tarefas possíveis e impossíveis para janeiro de 2017
(aceito dicas e ajuda para tornar todas possíveis)
Tomar banho de mar 7 dias seguidos.

Entender Alepo.
Trabalhar na horta do condomínio.
Saber mais sobre ação das facções que controlam bairros de Salvador.
Brincar com os filhos.
Fazer um caderno.
Dançar com Soraya.
Dar um caderno feito por mim de presente.
Chegar ao fim do mês com saldo negativo de peso.
Terminar de ler O Idiota, de Dostoiévski.
Chegar ao fim do mês com saldo positivo no banco.

pratigi
Praia do Pratigi, janeiro de 2012.

Presente gera presente. E riscos.

14/08/2016

Luísa deu de presente de aniversário  a Soraya um curso de fazer caderno.  E hoje recebo de presente, neste dia dos pais, um caderno quase livro da aluna aplicada. No tamanho 9x13cm, o caderno livro é tão bacana que dá pena riscar.A

Tem até epígrafe luxuosa de Nildão.
girado para a esquerda

Mas páginas em branco do miolo são um convite ao risco.
eeeeesquerda
Vou arriscar.

Cachorro com pena

11/06/2015

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Luísa sempre sonhou com um cachorro. Chegou a desenvolver o desejo de ser veterinária talvez por conta desta paixão frustrada. Um dia, finalmente, venceu a resistência de Soraya e ouviu a promessa. Teria um quando não houvesse mais fraldas em casa. André deixou as fraldas junto com a notícia da chegada de Maria. Promessa retirada.

Para não dizer que nunca havia entrado outros bichos na casa, vieram os peixes. Não por vontade, mas pela imposição de um saco plástico com o condenado dentro, lembrança de  festa de aniversário. Presente que resultou sempre na busca por aquário, bomba, apetrechos e, principalmente, companhia para o solitário. Teve de tudo em uma das empreitadas. Brigas conjugais no aquário, tentativa de fuga ou suicídio – nunca ficou esclarecido o que aconteceu para o peixe amanhecer um dia no chão, no meio da sala. Enfim, longas histórias todas com final infeliz, contadas aqui, aqui e aqui.

A cantilena por um sexto morador na casa continuou com a mudança para o novo apartamento, no início do ano passado, coro reforçado por Maria. Mas foi André quem incutiu, queria ter uma calopsita. Pesquisa daqui, pergunta dali, estávamos quase comprando uma  quando Lupi entrou na nossa vida, por coincidência. Vivia em Feira de Santana solto numa casa, até que nasceu uma criança e ele foi doado para a família  da tia avó das crianças. Lá precisou ser engaiolado por conta de uma tentativa de homicídio praticada  pelo cachorro da casa.

Lupi recuperou a liberdade em Salvador. Oficialmente era de André, mas foi adotado integralmente por Maria. Ele pressentia e anunciava a chegada da menina, para sair tínhamos de correr e bater a porta antes dele pular para o corredor. Maria ia  com ele no ombro à loja comprar ração ou ao supermercado. Se ficasse com a gente na porta e ela entrasse, danava a gritar chamando pela menina.

A foto mostra bem a relação. Maria dorme, ele aguarda.

Um dia voou, foi parar na mata ao lado do prédio. Foi um Deus nos acuda.Mas aquela  fuga teve um final feliz. Lupi foi recuperado e voltou à sua rotina de cachorro com asas. Um dia, fui me desviar dele e pisei no bicho. Escapou por milagre. Num outro, recebi a ligação de Soraya avisando que havia sumido, desde cedo, não havia mais canto da casa a ser revirado.  Dei a notícia todo preocupado à menina na escola e ela nem tchum. Ao chegar, bastou um chamado dela  pra gente ouvir um pio como resposta de dentro do forro do sofá.

Mas a tragédia não tardou. Logo com ela, Maria. Ao levantar do sono, seu pé encontrou o apoio no fiel companheiro que esperava ali, colado como sempre.

Foi em prantos até o veterinário. E lá se desesperou com a confirmação da morte. Vi o que nunca havia visto, um profissional  experiente marejar diante da dor da menina.

Lupi foi enterrado no Parque da Cidade por toda a família, naquela mesma tarde, na trilha onde Maria aprendeu a andar de bicicleta, ao lado de um banco conhecido, onde tiramos fotos em anos diferentes.

O retorno para casa foi de absoluto silêncio. Choros diários antes de dormir e ao acordar. Até que o tempo passou. Cicatrizou  a ponto de eu ser liberado finalmente  para contar esta história aqui.

O dia de Irismar Reis

06/01/2015

Assim como as cartas de amor, os posts confessionais são ridículos. Especialmente com o passar do tempo. Mas como bem acusou o poeta, posso revidar e chamar de ridiculo que nunca os cometeu. Invoco também Nego e Pierre Onassis e autorizo: pode falar, pode rir de mim.

Segue então, texto escrito há sete anos, num dia como hoje, de Reis. Talvez não hoje não o escrevesse com estas palavras, mas dele não retiro uma vírgula do sentimento.

Hoje é dia do Santo Reis

E do aniversário de Irismar Reis de Oliveira, uma das pessoas mais importantes da minha vida. Tia Maria foi advertida pela professora que aquele garoto calado e distraído tinha algum problema. Hoje, tia conta esta história com o orgulho de mãe coruja elevada à décima potência como ela sempre foi. De fato, o menino era especial e se tornou também um adulto especial. Virou médico, mestre, doutor, professor livre docente, ganhou o mundo e  e continua um garoto distraído e sangue bom.
– Vamos Marcus, levanta!
Era uma ordem firme e carinhosa para me tirar  da prostração, do buraco existencial de uma bruta depressão em que me meti quando tinha 20 e tantos anos e que de lá não sairia não fosse a sua ajuda. Além de me acompanhar em todo o tratamento, ele saía da sua casa na Federação e ia até o Garcia me arrancar da cama, levar para andar na Barra, devolver em casa para só então seguir sua rotina na universidade.
O que dizer a um cara desses hoje e sempre?
Parabéns! E, mais uma vez, obrigado!

Seu filho, 13.

31/10/2014

Sai oficialmente da infância hoje, embora há algum tempo já ostente corpo, jeito, cara de adolescente.

Seu filho detesta exposição na internet e proíbe seu pai de tirar fotos. Publicar, nem pensar. Seu filho surpreende seu pai, não sua mãe que o conhece muito mais e está sempre elogiando suas qualidades, embora jogue duríssimo com as notas da escola. Outro dia seu pai precisou usar o computador de seu filho e tomou um susto. Ali na arrumação da tela, na escolha dos programas, na forma de se relacionar com a máquina estava uma pessoa desconhecida, e muito, muito especial, como todo filho.

Seu pai não presta, é um péssimo pai. Mas ama seu filho. Sabe disso.

Se você chegou até aqui e aguentou esta confusão, explico. André quando aprendeu a falar deduziu o seguinte. Se todo mundo dizia pra ele seu pai isso sua mãe aquilo, ele começou a me chamar de seu pai e a Soraya de sua mãe.

Parabéns, meu filho.

 

 

Promessas

27/10/2014

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Votei nulo. Não acreditei nas promessas de melhoras no país feitas por ele. Não acredito nas mudanças prometidas por ela, a imagem daquela galera ao fundo na coletiva, a turma aliada, sustenta com folga minhas dúvidas.
Mas vi nas ruas ontem uma grande festa desde cedo. Além do céu azul, do mar delicioso e dos aviões de carreira sobre o mar de Ipitanga a apontar necessidades de maiores viagens interiores.
Vivemos hoje num país onde, bem ou mal, as pessoas decidiram a política no voto, uma alma, um voto.
Minha alma pede mudanças interiores, primeiro. Tenho dúvidas sobre vitórias aqui também.
Como os políticos, mantenho as promessas.

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28/09/2014

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Fui em busca da filha e encontrei um olhar. Encontrei o tempo.
Parabéns  Luísa, pela imagem, por seu 28 de setembro.
Que seu tempo não voe, plane.

Amanhece e tudo se perde

22/08/2014

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Muitas, muitas fotos deste amanhecer no Acupe de Brotas, pouco mais das cinco da manhã deste 22 de agosto de 2014 se perderam. Ficaram uma ou duas num álbum publicado no facebook. Também se perderam muitas fotos do dia a dia da casa, de uns passeios com a renca, das crianças comendo licuri no quintal da casa de Iaçu, de muitas cenas do cotidiano, da calopsita Lupi, que já se foi também.

Todas as imagens se apagaram por uma distração. Ao receber a sugestão de reinstalar o sistema no celular de um sujeito num estande no shopping para resolver um problema de não registro dos últimos telefonemas, esqueci completamente que com isso iriam embora também  as fotos. Nem os contatos telefônicos ficaram, embora o tal sujeito tenha dito que não os perderia.

Estou puto, mais chateado ainda porque não foram poucas as vezes em que posterguei acionar o salvamento automático em outro ambiente, gesto que me tomaria uns cinco minutos. Ainda postergo.

Só restou tomar o acidente como exercício de desapego, como ensinamento. Assim como as fotos, a vida também irá embora daqui a pouco, como as nuvens que já são agora mais claras, como eu e você , como a lua minguante da parte de cima da foto, como o dia já perto das seis, hora de acordar as crianças para a escola, .

Daqui a pouco é muito ou pouco tempo? quem vai saber?

O piso, a saga

14/01/2014

Nove da manhã de sábado, Ferreira Costa lotada, em 10 minutos tudo estaria resolvido. Encontramos o piso em promoção, na tonalidade urano bianco, recomendado pelo simpático e eficiente vizinho Maxwell para o chão batido dos quartos do apartamento incompleto.

Mas… dona Soraya queria pesquisar mais.

Lá fomos nós para a Avenida San Martin, debaixo de uma lua de quase 50 graus, ar condicionado quebrado. Nunca vi tanta loja de piso. Nenhuma tinha o que dona Soraya precisava e queria.

Lá pelas duas da tarde, com fome e torrados, chegamos à loja que garante ter de tudo. Só não tinha o tal piso. Olha daqui, olha de lá e, finalmente, com a ajuda da simpática vendedora Mônica, Soraya encontrou tonalidade certa, preço bacana, bianco bege, primo do outro. Uma beleza.

Quando estava quase fechando o carreto, minha econômica parceira sugere: por que a gente não leva? Dividimos o lote em dois e lá fomos nós com o possante 1.0 arriado, quase arrastando no chão, um sufoco pra subir a Ladeira da Cruz da Redenção mas eu me sentindo muito feliz, quase um João de Barro em direção ao ninho.

O problema é esse corpinho sarado transportar 13 caixas de 30 kg mais quatro sacos de argamassa do carro ao elevador, do elevador à sala, completamente encharcado de suor, coração pela boca.

Missão dada, missão cumprida.

Assim que a amostra do tal bianco bege é colocada na soleira, vem a expressão fatal: tá horrivel!

Tá muito diferente do da sala, tá escuro, o quarto pequeno vai ficar ainda menor.

– Vamos trocar Má?

Má é um apelido carinhoso, quando vem é porque a coisa vai ficar muito, muito  ruim.

Rodei a baiana, nem que vaca tussa e engasgue, vai ficar esse mesmo, foi você quem escolheu, agora assuma, não vou voltar, já combinei com o pedreiro segunda, às 8 da manhã, você sabe da minha dificuldade de lidar com pedreiros, já vai começar ruim. Não volto.

Voltei. Pesou na decisão a possibilidade de queixas e lamentos diários pelos próximos 355 anos.

Novamente piso da sala pro elevador, piso no carro, corpo encharcado de suor, coração pela boca, Ladeira da Cruz da Redenção abaixo.

Aqui, um parêntese. Por que diabos as construtoras não entregam todos os cômodos com piso? quem disse que eu quero ou tenho dinheiro para reforma?

Finalmente, de volta à loja, um pequeno porém. Tem o tal Urano Bianco igual ao do começo daquele sábado feliz às 9 da manhã. Mas acabou. Agora só no depósito. Ali, em Vida Nova, depois do aeroporto, já em Lauro de Freitas.

Daqui a pouco, às 7 da manhã desta terça-feira, o João de Barro segue para a segunda viagem a Lauro de Freitas, para pegar a segunda carga do Urano Bianco, já parcialmente assentado e aprovado.

– Ficou lindo, Má.

Que não haja nada que falte

15/12/2013

Maria, encantada diante da mesa farta dos Pires diz toda feliz:

– Não há nada que falte neste café da manhã.

Chegou em casa depois da praia e continuou: não há nada que falte ontem e hoje.

Desde ontem, depois de um dia especial, com direito a meditação sob o som dos cuencos de cristal de Freddy Ortiz, ficamos com uma leve sensação de que não há nada que nos falte.

Claro, há muitas faltas neste mundo. E como há.

Mas não tem como não se render a este sentimento de completude da menina.

Não há como não ouvir as falas e os sinos de Freddy, que nos convocam para buscar a justiça de Xangô e de Júpiter, regentes do próximo ano.

Portanto, meu desejo para todos neste novo ano de daqui a pouco é, além de justiça, mais esse:

Que não haja nada que nos falte!

 

https://www.facebook.com/gusmaomarcus/posts/10201041500096435

Caixas

13/12/2013

caixas

Neste registro de outubro de 2006, do coco pequeno ainda no UOL BLog, André e Maria se esbaldam nas caixas da mudança. Agora, 7 anos depois, estamos novamente envolvidos com novas caixas, nos preparativos de uma nova mudança.
Sempre mudei muito, sempre gostei de mudanças. Uma das minhas mais antigas lembranças de criança foi aos 5, 6 anos, atravessando a Praça da Bandeira, em Conquista, com um travesseiro na mão, mudando de uma esquina para outra da praça.
De esquina em esquina a gente segue mudando. Aos poucos.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10201028204044042&set=a.1137311949744.2020128.1135737937&type=1

Boina

30/07/2013

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Divisópolis, MG. Por volta de 1997.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10200262694146773&set=a.1137311949744.2020128.1135737937&type=1&theater

Cores na beira da estrada

20/11/2012

Sem tílo

Nunca me deixam parar para fazer fotos. Desta vez cederam e o combinado era parar toda vez que fosse avistada uma árvore florida, não valia verde. E aí surgiram os ipês roxos, três de uma vez, em frente ao povoado de Bravo. No céu a lua nova, um pássaro de papo amarelo, no chão formigueiros. Antes, outro Ipê roxo solitário e mais antes ainda, uma árvore vermelha, não sei o nome.

Vejas as fotos aqui: https://www.facebook.com/gusmaomarcus/media_set?set=a.3973821500710.2143537.1135737937&type=1

Equipamento de lazer

02/11/2012

Depois de longa negociação, aceitamos cinco. A proposta inicial nossa eram três. André queria trazer os amigos para passar a tarde com ele no dia do aniversário. Fiquei apreensivo, nosso prédio não tem um, sequer um, equipamento de lazer, tem na verdade um play “grade”, um vão até as escadas. E só. Dei duas viagens e trouxe ainda de quebra uma convidada de Maria. E agora? Estava preparado para administrar o tédio, lembrei do recurso de Clímaco, de entrar na brincadeira, mas fui expulso. Subi, e de cá de cima ouvi durante horas a algazarra dos gritos e corre-corre. Subiram imundos e suados. Cheguei então à conclusão óbvia e por demais conhecida: o melhor equipamento de lazer para criança é outra criança. Para o resto da vida.

 

https://www.facebook.com/gusmaomarcus/posts/3893562974297

Trilha

08/10/2012

Maria gosta de Bossa Nova, Buena Vista, Raul, Beatles, Paulinho da Viola. Aqui em casa ouvíamos muita música na época de Luísa, hoje quase nada. Ao ouvir a menina cantarolar sem errar Garota de Ipanema na estrada, perguntamos.
– Aprendi com Kátia, ela é a professora maluquinha. Ela mesma admite.

Esta não é uma história para babar filho. É para babar a professora maluquinha Katia Regina Borges. Ela foi a professora maluquinha de Luísa, de André, de Maria. E eles não esquecem.

Vivemos tempos difíceis aqui em casa, num checklist de normalidades, não sobra nada. Mas nesta semana, em um único dia, tivemos reuniões nas escolas de Maria e de Luísa e recebemos o boletim com o relatório de André.

Terminamos o dia completamente babados, espantados como eles sobreviveram a nós, como se viraram direitinho nesta primeira etapa fora de casa, na escola.

E esta bela surpresa que tivemos devemos em grande, enorme parte à professorinha maluquinha e às suas colegas também maluquinhas do Crear, uma escola pra lá de especial, onde todos começaram.

E tudo isso foi escrito só a pretexto do dia do professor que vem aí. Um abraço bem apertado a todas as professoras e professores maluquinhos dos três, nas três escolas por onde passaram e passam, com os nossos sinceros e emocionados agradecimentos.

Marcus e Soraya

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Tudo primo

22/08/2012

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De parentesco em algum grau com Elomar eu já tirava onda. E ele mesmo já conversou sobre a família com meu pai convalescente de um AVC. E o meu velho se emocionava ao lembrar de cada um dos tios e primos.

Mas descubro hoje também ascendência em comum com Glauber.
Agora fiquei insuportável.
Somos todos descendentes de Plácido da Silva Gusmão, o pai de Tertuliano, cuja uma das filhas era Laudicéia Gusmão, mãe de Quinca de Dodô, pai de Gedeão Gusmão de Oliveira ou Dedé, meu pai.
Aqui está a nossa “árvore genealógica”:

Estou me sentindo como aqueles tetratratratranetos de D.Pedro que se consideram a realeza brasileira.

E ao futucar fotos e história da cidade descubro também que no Planalto de Conquista estão as origens daquele que considero o melhor jornalista em ação hoje no país, Bob Fernandes. E como Gusmão, Fernandes e Oliveira eram tudo misturado, olha eu importante de novo.

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Foto de Glauber criança

Aprendizado prático

15/10/2010

Anteontem, André perguntou o significado da palavra sósia.
Hoje, depois de um gesto meu um tanto, digamos, escatológico, saí em minha própria defesa declarando ser Shrek o meu ídolo.

Sem tirar os olhos da TV, André emendou:  _Ídolo, não. Sósia.

Shrek