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Bônus

Reclamo, reclamo muito do sobe e desce como motorista escolar. Agora na reta final do 3º ano piorou. Levo dois às 7, a menor às 7h30, pego dois 12h30, devolvo uma 13h30, pego a outra já liberada desde 13h20 às segundas e quartas, pego novamente a maior 7 da noite.
Reclamo, reclamo muito mas vai bater saudade. Deixei a maior pela última vez na escola do segundo grau hoje, parei e acompanhei com os olhos o andar da moça, quase(?) adulta, sandália rasteira, saia balançante, blusa de alça, classificador apoiado no braço direito e na cintura, desfilando toda lindinha em direção às escadas, de bebê bochechuda a moça esguia num piscar de olhos, até que um carro me assusta com sua buzina estridente e longa, onde já se viu este idiota parado no meio da pista lambendo a cria com os olhos. Ligo para a mãe marejado, conto tudo e recebo a boa notícia. Ainda tem amanhã, hoje é quinta e não sexta como acordei convencido.

https://www.facebook.com/gusmaomarcus/posts/10200723277141060

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Crear

Hoje me deparei com o suplemento Volta às Aulas, no jornal A Tarde. Li na diagonal, vi sobre novas tecnologias, curso de idiomas, dança, oficina de brinquedos (como curso extracurricular), natação etc etc etc e senti falta do essencial, de uma palavrinha mágica: Brincar.
Sim, tem uma escola em Salvador onde ainda também se brinca de roda, de corda, de fantasia.
Caso você tenha lido o suplemento e tenha sentido falta de alguma coisa, caso tenha filhos, filhos de amigos e parentes em idade da primeira escola, leia também este complemento essencial sobre educação infantil nos depoimentos de pais do Crear, eu incluído, com muita alegria e saudade:

http://www.escolacrear.com.br/frm_pais.html

 

https://www.facebook.com/gusmaomarcus/posts/485745451487890

Música, imagens, corpos, ação.

27 anos da Escola Picolino de Artes do Circo, da Associação Picolino, da Cia Picolino estão ali condensados.

Toda a história ali, no picadeiro, misturada às imagens do cinema de Glauber Rocha, sob a lona de Pituaçu, sob muitos aplausos de público boquiaberto e encantado como deve ser todo público de circo.

Guerreiro é um espetáculo de identidade, resume Luísa enquanto voltamos pela Orla.

Seguimos de volta para casa satisfeitos com o que vimos, enumerando as qualidades de Guerreiro, a qualidade da música, dos músicos, dos movimentos, da sincronia, da força dos corpos, da força das imagens.

Sim, temos um espetáculo de circo ímpar, nosso, de identidade.

O que mais chama a atenção em Guerreiro é a multiplicidade de desafios de cada um dos artistas em cena.

Num circo qualquer cada número tem seus especialistas, cada número tem o seu ou os seus artistas dedicados àquela técnica. Na Cia Picolino você tem todos, ou quase todos, em quase tudo. No monociclo, na acrobacia, no tecido, no contorcionismo, na corda, nos malabares, no quadrante, voando no trapézio.

Todos, ou quase todos, a fazer quase tudo é a cara da Picolino. Uma cara de Bahia, de Brasil, uma cara da gente.

Viva Guerreiro, Viva a Picolino!

Veja as fotos de  Maíra Do Amarall  http://on.fb.me/UjXna3

 

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=3986665781809&set=a.1137311949744.2020128.1135737937&type=1