Posts Tagged ‘fotos antigas’

Uma foto, um filme, uma música e menos ignorância

31/05/2013

O cangaceiro

Primeiro, a foto. Pesquiso na internet fotos antigas de Vitória da Conquista. Especialmente lugares especiais, lugares por onde passei. Lugares hoje inexistentes como este cinema na Praça Barão do Rio Branco.

Esbarro na foto do Cine Riviera, destino de alguns domingos do final dos dos meus anos 1960. Em cartaz, o filme O Cangaceiro.

E o filme está disponível na internet.

Na altura dos 25 minutos e 30 segundos do filme, soa a música. Conheço esta música, gosto desta música, especialmente a imagem “travesseiro do meu braço”. Conhecia até aqui apenas com Milton Nascimento. Mas ao ver o filme a ignorância deu lugar à informação. E aguçou minha sensibilidade. Dizem que sensibilidade é informação concentrada. Concordo.

Fico menos ignorante e mais sensível à musica. Busco a música em outras versões. Encontro esta aqui, também nova pra mim.

E, finalmente, a versão conhecida, com Milton Nascimento

Toda foto é antiga

31/05/2013

conquista

O que é uma foto antiga?
Uma imagem que contém algo que não existe mais? Então toda foto é antiga. Talvez por isso fascinem.
Todas, até aquelas tiradas há alguns segundos, são memória. Todas são algo que não existe mais ou permanece de outra maneira.
Ao googlar centenas de imagens mais antigas da cidade de Vitória da Conquista escolho as que mais me tocam e reúno aqui. A maioria não tem data, cada uma fala por si. Encaro o desafio de fazer esta datação ao comparar umas com as outras, buscar mais informações nos sites onde estão publicadas.
Neste mosaico, tento separar por episódios que marcaram a vida da vila e da cidade. A demolição da primeira igreja matriz e a construção da atual, a mudança da feira da Rua Grande para a Lauro de Freitas e Praça da Bandeira, a construção do quarteirão central na Rua Grande, a inauguração da Rio-Bahia, a construção do mercadão e por aí vai.

Outras informações subentendidas nas imagens são as rotinas daquele momento, feito presente em nossas mãos. E no presente, sugerem  perguntas.
De onde vêm de que maneira chegam às casas a água, a comida, as roupas, a iluminação? Quais são as festas, como nascem as pessoas, de que morrem, o que comem? Tropeiros, vaqueiros, lavradores, empregados, comerciantes, coronéis, funcionários públicos, professores. O que fazem nesta tarde estampada numa foto?

Se quiser viajar também, o caminho inicial é esse:
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.3623062331950.2135461.1135737937&type=1

A Peleja dos templos e a peleja do tempo

07/09/2012

Primeira matriz. Foto: autor desconhecido http://bit.ly/SFzrPN

Conquista nasceu católica. Mas a partir de 1900 a rivalidade entre  católicos e protestantes resultou na construção de dois grandes templos cristãos, um de frente pro outro, no inicio e no final da Rua Grande, o núcleo urbano original da cidade. A rivalidade resultou no então maior templo batista da América do Sul. E os dois me impressionavam na minha infância. Alguém já disse que o ponto mais alto de uma cidade representa o poder da época. Torre da igreja na idade média, chaminé na revolução industrial e conglomerados financeiros no final do século XX.
A Conquista da minha infância era medieval na década de 1960. E eu me admirava com as torres das igrejas.

Esta primeira igrejinha, demolida em 1930, foi resultado, reza a lenda,  de uma promessa paga depois do massacre dos índios pelos conquistadores. Foi erguida no início dos anos 1800, em louvor a Nossa Senhora da Vitória, padroeira da cidade.

Interior da 1ª matriz – Foto: autor desconhecido http://bit.ly/O0pivb

Primeiro templo da  Igreja Batista – Foto: autor desconhecido. Google:http://bit.ly/QF43xl

Mas em 1900, um boiadeiro por nome Tertuliano, por acaso meu trisavô, eu soube disso recentemente, foi convertido por um pastor protestante em uma de suas viagens e, ao retornar, criou a igreja na sua fazenda.  A igreja cresceu, foi transferida para a cidade e resolveu encarar e falar de igual para igual com os católicos.

De 1920 a 1928, os crentes levantaram este templo da foto,  maior do que a igrejinha católica, demolida em 1930. Durante dois anos o templo compôs o cenário da Rua Grande com a primeira igreja católica. Mas entre 1930 e 1932 reinou sozinho no centro da cidade.

A construção não foi pacífica. veja relato:

” (…) Dentro da igreja os crentes eram apedrejados. Numa dessas ocorrências a esposa do pastor foi atingida por uma pedra, resultando no local da pedrada um tumor que lhe causou a morte mais tarde. Os inimigos formavam grupos que saíam à meia-noite com latas de piche e pincel, fazendo cruzes nas portas das casas dos crentes. Pichavam a cruz maior na porta da casa do pastor. Os grupos se armavam com armas de repetição para atacar os crentes na igreja (…) O padre recomendava aos seus adeptos a queimarem toda literatura evangélica que recebessem dos protestantes hereges. Assim foram queimados folhetos e bíblias em abundância. (…) Na década dos anos 20, a igreja começou a construir o seu 3º templo, na Praça 2 de Julho, hoje, Caixeiro Viajante, local do templo atual. O vigário da Freguesia tentou embargar os trabalhos da construção, conforme nota publicada no jornal “A Notícia”, 28 de agosto de 1921. (…) O jornal “A Notícia”, de 24 de outubro de 1928, publicou uma nota parabenizando os batistas pela inauguração do belo templo, e termina dizendo: “Não nos é possível conter a nossa censura aos católicos de Conquista, que deixam a igreja matriz prestes a cair, enquanto os de religião oposta edificam um belo templo, tendo gastado, até agora, 45 contos de réis”.  Por Genor Calixto Moreira. Veja íntegra:http://www.pibbvc.com.br/sobre-a-igreja/historia.html

Catedral católica, teve construção inciada em 1932, foi inaugurada em 1938 e concluída em 1944. http://tabernadahistoriavc.com.br/page/16/

Católicos diante do seu novo templo. Data aproximada 1938.

foto: autor desconhecido http://bit.ly/SKwYUk

Construção do templo da Primeira Igreja Batista, restabelece a aparente igualdade no tamanho dos dois templos cristãos da cidade. Lá no alto, a igreja católica.Foto: autor desconhecido http://bit.ly/PpkP0r


Templo protestante hoje. Foto: http://goo.gl/maps/0neK6


Catedral hoje: Foto: http://goo.gl/maps/K3e02 

Página de fotos antigas de Conquista no facebook: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.276643322441022.52326.276638065774881&type=3

 

E a peleja dos tempos… só sobraram fotografias.

Este sobrado nasceu em 1906 e  morreu em 1973. Teve uma existência mais curta do que a de uma vida humana. E levou 16 anos para ser concluído. Além de residência, foi também sede de jornal, de rádio, de centro espírita e de hotel. Tinha paredes de 1 metro de espessura, foi construído para durar muito.
Conquista é assim, não deixa pedra sobre pedra para contar a história. Foi assim com a primeira igreja matriz, demolida em 1930 para dar lugar à catedral atual, foi assim com os vizinhos Rua Grande acima, foi assim com praticamente todo o casario original da cidade, foi assim com prédios até mais recentes, como a sede do Banco Econômico, que virou um caixote colorido com uma imensa coroa da loja  Insinuante, foi assim com o Colégio Barão de Macaúbas, foi assim com as residências da década de 1960. Enfim, sobraram as fotografias.

O sobrado acima deu origem a este caixote do Banco do Brasil, em 1973, época em que a cidade era irrigada com o dinheiro do financiamento do café. Os ricos e os novos ricos se mudaram em direção ao lado leste da cidade. O núcleo original passou a ser usado mais como comércio e as antigas construções quando não são destruídas têm as fachadas cobertas com placas.

 

 

Outros tempos

24/08/2012

Vivo melhor em outros tempos. Gosto de percorrer imagens de outros tempos. Por acaso acho uma imagem de outros tempos na internet, e viajo. Acho depois outra, outra… e sigo tempo afora.

Resolvi então montar aqui um álbum de figurinhas, com pedaços da história de Vitória da Conquista, cidade  de nome redundante onde nasci, onde um grupo de forasteiros venceu e conquistou o território indígena a ferro e fogo.

E construiu seu casario na mesma direção do Rio Verruga, norte Sul, Bahia -Minas.

Neste blog encontrei reunidas a maioria das imagens antigas de conquista disponíveis na busca pelo google:  http://catadodeideias.blogspot.com.br/ Mas são poucas as informações, faltam datas, fotógrafo, mais referências.

Neste aqui há mais referências, mais informações: http://tabernadahistoriavc.com.br/category/conquista/

Rua Grande II – clique na foto para ampliar.

A mesma praça da foto anterior, vista  do plano, de cima pra baixo, com as mesmas três árvores, uma delas uma espécie de pinheiro, semelhante a uma araucária.  (Foto).

Rua Grande III

Olha aqui o pinheiro em detalhe e outra criança na imagem.

Foto: http://tabernadahistoriavc.com.br/antigos-matadouros-de-conquista/#

Rua Grande – IV

No detalhe um homem e três crianças.

Foto: http://tabernadahistoriavc.com.br/wp-content/uploads/2012/02/PTN-PB0030-Rua-Grande-d%C3%A9cada-de-1930.jpg

Praça na década de 1940  http://tabernadahistoriavc.blogspot.com.br/2010/11/acervo-fotografico-3.html

Rua Grande V – A feira. Registro fotográfico mais antigo, de 1911

Sobre esta foto e a feira:

http://tabernadahistoriavc.com.br/a-primeira-feira-livre-de-conquista-foi-a-da-rua-grande/

Feiras – Da Rua Grande para a Avenida Lauro de Freitas e Praça da Bandieira

http://blogdopaulonunes.com/noticias_especificas2008a/20080308_noticia_08.htm

Duas lembranças de Maria Sampaio

08/09/2010


Uma, nesta foto  de sua autoria, no convite para a exposição no Solar Paraíso sobre Dona Canô, que completa 103  anos no dia 16.

E duas, nesta matéria-prima para um conto photográphico, flagrante de uma formatura num curso de Datilografia em Vitória da Conquista (Blog do Anderson).

Olhos que nos olham

26/03/2009
1

mãos

23

mãos, pés

3

olhos, laços, bico

Como na maioria das fotos antigas, estes olhos da foto abaixo nos olham com uma expressão rara, especial. As mãos se escondem, buscam refúgio. Os pés revelam um tempo também. Tempo de pé no chão ou calçado para ocasião. Máquina fotográfica era cousa rara, acontecimento. Todos estão vestidos para a foto. Possivelmente flagrante de  algum acontecimento social ou religioso. Mas o momento da fotografia era único, especial, diferente. Mais um fragmento de memória precioso, garimpado pelo projeto Iaçu Cultural, de Déborah.

9-copia

olhos, mãos, pés, laços, bico, suspensórios, gravata

Haletos de ouro

01/03/2009
atgaaadxsqs7kfv5ocwdgvwtjnhz3witq_igvkjjipoteftpphvjsaqvzy0f4k7kfkchrtb-owzyo3e92drqg2uxd1t1ajtu9vbqnzm_r5ecv8tiwko8piexjas63a1
1928. Foto mais antiga que se tem registro em Iaçu e uma das 889 reunidas no perfil do Orkut do projeto Iaçu Cultural. É da famíla do retratista Aurelino Costa, que emprestou seu acervo ao projeto.
atyaaaakfwj4cbsbdijjibjer4iqlh0vaaajg3cofnxqtwmubaaey1fu93vlswyca8jxgcsf-awm0tv9j5prsfuizzqyajtu9vde7uwyw00rurkyd6j5n29q4xxeba12

Aurelino Costa em seu laboratório. Pelas suas lentes passaram praticamente todos os habitantes de Iaçu nas últimas décadas.

atgaaaaxnkmb3ivtiuwahfafvxffesh7icmwkk7l1jytns6a0vucoexh-h-buafv8a5lrinigdit5bl0mn3jlvc6pjlzajtu9vax8mcbh6ctl0rrt2txymijwgjl6g1

Avós de Déborah Dias, a biológa e professora que teve a ideia de garimpar e compartilhar a memória fotográfica da cidade

atyaaaapscdqrdzyxq0mizsxln3lmrvezqkxmcpyehpb7u9yr7bt8zzq-tb8lyx2vt1i9sg4evfz23oovx_pgwco49xoajtu9vbuceb2j2p91mplvlfbgdeh7sznca

Este pai é um dos quatro meninos da imagem anterior. Aqui, com mulher e cinco filhos (o quinto está na barriga da mãe, segundo um dos sete comentários da foto no álbum coletivo no Orkut)

foto-e-dedicatc2b4roiaa-15022008-042

Rubem Reis, bisavô da minha renca, enviou esta foto a parentes enquanto estava aquartelado em Feira. A guerra acabou antes do embarque. A foto foi recuperada na pesquisa de Déborah.

atgaaad-pp4f5zvjmfxc1v9g5u_pqggdwaeqc-mnsxr_xinmqjjisi4rkimfkhspg6fipexeztutlgoe5qqyq6zwl2rqajtu9vbed77sixrku0dla8fyl4z8ngg-nw11

Dispensado no dia 9 de maio de 1945, o soldado casou com dona Ludu, voltou para Iaçu e se tornou um dos crques da cidade. Foto do histórico 4x4 contra o Independente, de Itaberaba, na casa do adversário, no dia 18 de setembro de 1949. Rubem reis. o quinto em pé, não se lembrava da exstência desta foto, também trazida à luz com a pesquisa.

atgaaablzkwxza7blhp341crs_d8zqvtbybjgclmu8vh5o6ce2mchmli5uvwovxh1wjfjhhj6etxugonlhledmmmvo5pajtu9vartpo99ibqwpwz_g76aj7_n7glyg1

Aniversário na casa de amigas. A tia Conceição dos meninos é a maior maior da frente. Mônica, mãe de Soraya, está logo atrás, à direitaa.

atgaaaal-pz5zwl-skve1yzwje3avfjs88enzug-ey5vdg0vbzv3eq5hh5evothpdg-fr9fayn_i-zlu6opwilifni9-ajtu9vbc1zemef4w14wt82guhzkimvdftq1

Álbum´"Último dia".

atgaaaciznryq2aymia_dscth6ylkwsvnbgbicy__ka3lunvnnbleb65xcwfy7npzdxlpzjumlfwdd5v5r0xi7wlxep4ajtu9vchawv3pbe-yg62u4iavlgdbftq2w1

Buraco doce, uma das casas da rua do Crefe, o brega da cidade.

atgaaaaaop7rafckyb2osxjcxwe7znvdgj-yijsphz9uwkrpfztl5wm2d3ki0kpodin4hnlxkt9zmecbrqyspidxtt2xajtu9vcz2tmt6v23ox0jrbtay_6jtyc4nq1

Ponte sobre o Paraguaçu.

atgaaadw0-buizjzsyv0w9pn5-nwtf_k1lcnymxbdmosj3nur83apnw-74rjg0-e-1dvw3dhxitqlbghlao8-a5jldtsajtu9vdnbdrl490rcthrn3vr7ngp0pfg8q

Uma vez Flamengo...

soraya4

Soraya com quase um ano, no São João de 1970. Foto: Aurelino Costa.

Este coco estava meio travadão, de recaída. O  efeito paralisante do elogio voltou, agravado pelo traço de   TOC,  bem retratado naquele filme com Jack Nicholson, na cena em que ele só pisa nas partes pretas da calçada.

Pra completar veio o incutimento.

Repito aqui mais uma vez a máxima sertaneja: incutido é pior do que doido. Aqui em casa, em toda a Iaçu e em todas as minhas conversas, o assunto da hora são as fotos antigas colocadas no Orkut por Déborah Dias. Já expliquei a história aqui e  numa variação sobre o mesmo tema no 416 destinos .

Como cinco dos seis leitores deste coco são adultos e não têm o Orkut, resolvi trazer algumas das imagens para cá .

O incutimento é um dos responsáveis para o engarrafamento de posts na minha cabeça. Só penso nas fotos de Iaçu e não sobra tempo sequer para o texto sobre o trágico fim  de Marilene, uma das retratadas.

A viagem, que aqui ia pelo do meio do caminho, parou antes de chegar a Moreré,  Bainema, Cova da Onça.

Quem passava pela praça em Iaçu na terça de Carnaval, sem Carnaval, pensava ver um doido pipocando de rir com um livro na mão. Rindo e angustiado a se perguntar por que rir de uma cabeça humana detonada por bombas juninas. Não conseguia parar de rir e a culpa era do sádico Dr. Bernardo e da sua cúmplice Maria Judith. As primeiras páginas de Morte Abjeta seriam também retratadas aqui.

Duas mortes abjetas acontecidas este fim de semana em Iaçu – eta cidadezinha trágica – também ficaram na fila.

Uma geral na produção carnavalesca dos meus e-vizinhos aí do lado também mas deixo isto pra Nilson Pedro, que viu o carnaval passar pelas teclas alheias.

A cova violada de Cova da Onça, que deu nome ao vilarejo de Boipeba, e as imangens de gesso da Igreja de João Amaro, provas do saque geral de imagens sacras das igrejas baianas nas décadas de sessenta e setenta também estão na fila.

Falta mostrar também as fachadas em azul e branco das igrejas do baixo-sul.

Faço aqui a promessa vã de transformar em palavras e imagens todas estes projetos de post relatados acima. Por enquanto fiquem com as fotos do Iaçu Cultural.

Vamos então ao elogio. Goli Guerreiro disse que minha leitura do filme Os Negativos é brilhante. Lenhou. Não consegui responder. Fiquei travadão e não adiantou nada a alta da terapia  de aceitação irrestrita do elogio.

Vou rever o filme e fica aqui mais uma promessa de novo texto. O curioso é que o post estava ali zerado, sem nenhum comentário há muito tempo, no rol daqueles  suspeitos de interessar a ninguém . E com a polêmica sobre Verger, fiquei em dúvida se estava certo. Cheguei a pedir a Maria para para ela conseguir uma cópia do documentário. Está na mão dela há um tempão e já fui informado disso. Vou alimentar os meninos bem alimentados qualquer hora dessa e partir para uma visita a Maria em busca da cópia.

Aqui entra o  filme de Nicholson e o TOC aplicado aos comentários. Como gosto que respondam os meus mas fico dias, meses sem responder os alheios, resolvi tomar a decisão de responder a todos, como no combinado de só pisar nas pedras pretas.

O problema é quando fica um sem responder, como foi o caso do elogio. O resto não sai. E ainda tem o agravante de que certos comentários dispensam respostas, eles se encerra ali mesmo, mas como o combinado é só pisar nas pretas…

Termino este breve relato do que deveria fazer com a promessa de ano novo – sim o ano começa nesta segunda-feira – de responder a todos os comentários.

Conseguirei caso não haja recidiva de TOC e não apareça outro assunto bom de se incutir.

P.S. O título seria haletos de prata. Mas achei pouco.

Continhos?

14/12/2008

ibiassuce1

Não, você não está no Continhos para cão dormir. Mas poderia, já que estão aí numa mesma imagem dois temas de Maria. A foto foi publicada no site do Centro de Cultura de Ibiassucê.