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Porra é essa minha Bahia?

Incutido com o caderno especial do Jornal do Commercio  A história de mim, concebido pela jornalista Fabiana Moraes, futuco mais sobre Pernambuco. E fica  claro. Nossos vizinhos estão mandando muito bem e bem melhor não só em  jornalismo como em cinema, em tecnologia da informação, na economia e na posição na tabela do Brasileirão para ficar nas coisas mais evidentes. Dizem as boas línguas, esta canção foi inspirada por um par de chifres aplicado em Petrolina, observado desde Juazeiro.

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Música

Playlist

00:00 – 01:00 – Infância
01:01 – 01:31 – No meio do caminho
01:32 – 02:46 – Confidência do Itabirano
02:47 – 03:17 – Quadrilha
03:18 – 04:45 – Os ombros suportam o mundo
04:46 – 05:46 – Mãos dadas
05:47 – 08:28 – Mundo grande

08:29 – 10:18 – José

10:19 – 14:10 – Viagem na família
14:11 – 17:32 – Procura da poesia
17:33 – 24:54 –  O mito
24:55 -27:35 –   O lutador
27:36 – 28:04 –  Memória
28:05 – 31:15 –  Morte do leiteiro
31:16 – 32:13 –  Confissão
32:14 – 33:27 –  Consolo na praia
33:28 – 34:18 – Oficina irritada
34:19 – 35:04 – Fazenda
35:05 – 41:19  Caso do vestido
41:20 –  Estrambote melancólico

 

http://drummond.memoriaviva.com.br/alguma-poesia/

http://drummond.memoriaviva.com.br/alguma-poesia/infancia/

http://letras.mus.br/carlos-drummond-de-andrade

 

Um rei e seu cavalo de pau

Maria admira minha habilidade no teclado. Pediu então para eu digitar seu dever de casa, já escrito no caderno escolar. Tinha que inventar uma história a partir de um texto dado.
Começou então a ditar e ao falar a palavra cowboy, parou.
– Deixa eu ver se você escreveu certo?
E continuou ao se certificar. Sua admiração não se estende à minha ortografia.

Texto digitado, bateu então em mim a imensa baba, melosa baba dos pais. No final elogiei o texto.
– Tomara que a professora ache também. Tem que tá muito coerente para ela botar um ok.

Como pai babão, achei coerente, criativo, lindo, maravilhoso. E como pai babão não se contenta só em babar mas babar também a tela do computador seu e dos outros, eis o texto. Tá coerente?

Um rei e seu cavalo de pau

Era uma vez um menino muito criativo. Ele vivia num mundo só dele. Esse mundo era muito maluco, engraçado, divertido, e, principalmente, as pessoas só usavam cavalo de pau por todo lugar. Ah, e essas pessoas não eram comuns não. Eram guerreiros, cowboys, príncipes e reis. Esse povo era muito corajoso, fiel e muito comportado.
O menino parecia um louco quando transformava nosso mundo nesse mundo. Mas isso não era tão bom assim. Porque levava muito mico na escola e com isso, os pais dele ficavam cada dia mais preocupados pois não entendiam nada do que ele falava, ele não ligava nem um pouco para isso.
Todo santo dia, o menino só brincava com o cavalo de pau, e ia para a escola montado no cavalo.
O menino havia ganhando o cavalo logo quando nasceu, era uma dupla inseparável, ia para todo o lugar com o cavalo de pau. Por ter essa mania, o garoto só tinha dois amigos. Um era o seu cavalo de pau e o outro era o Rubinho, um menino que era igual a Luís. Ah, você deve se perguntar quem é Luís, né? Pois ele é o garoto de quem tanto falava.
Voltando a Rubinho, ele tinha um objeto parceiro dele, era sua mochila de aventuras. Ele acompanhava Luís todos os dias que ia à escola, ele ia a pé porque cada vez que fazia algo com a mochila, era mais uma aventura, isso é se for divertido o dia que ele teve indo a escola.
Luís se considerava um irmão de Rubinho, e o rei de seu mundo maluco.

Fim

https://www.facebook.com/gusmaomarcus/posts/10200532186843922