Posts Tagged ‘Kátia Borges’

Poesia na Gamboa de Baixo

26/03/2013

Sem título

Domingo de Poesia na Gamboa de Baixo, sob os arcos da Contorno, a convite de Nilson Galvão e Kátia Borges. Passeamos pelas vielas, ouvimos poesia, ganhamos poesia, ganhamos a tarde/noite diante da Bahia de Todos os Santos e muitos poetas.

https://www.facebook.com/gusmaomarcus/media_set?set=a.2926826766496.2119817.1135737937&type=1

Nilson Galvão e Kátia Borges

27/07/2012

Convite recebido e repassado. Vamos!
Mais no blog do lançamento: http://escorpiaoamareloeocidente.wordpress.com

Palavra de poeta

29/07/2010

De uns tempos pra cá a magra estante daqui de casa ostenta  livros bem bacanas autografados por Kátia Borges, Maria Sampaio, Renata Belmonte, Janaína Amado, Nilson Galvão. Eu considero um privilégio ter conhecido pessoalmente estas pessoas.

E ontem, ao participar de uma espécie de recital/conversa com Nilson, na Tom Saber, tive também o privilégio de compartilhar com Soraya e amigos a primeira audição de poemas desconcertantes.

Sim, é esta a qualificação mais próxima dos poemas de Nilson: desconcertantes. A diversão do cara é dar drible e nó no juízo da gente.

É interessante a idéia de colocar o autor diante dos seus leitores. Deixa a gente como  testemunha de um tempo ao compartilhar esta criação tão recente.

Lembro de duas experiências também interessantes,  de ouvir os poemas de Kátia Borges, Mônica Menezes e Martha Galrão, lidos por elas, na Bienal do Livro.

E vivá a poesia.

É hoje

10/11/2009

convite novembro

Mais sobre o lançamento:
http://blogdochorik.blogspot.com/2009/11/perolas.html
http://www.poesiahoje.com/2009/11/cartas-bahianas-lanca-novo-livro-de.html
http://revistamuito.atarde.com.br/?p=3502

Solução seu Valera, meu mestrado na Facom e a cachaça

07/11/2009

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Não é que funcionou?  No último final de semana fui com André e Maria ao Parque da Cidade de Feira de Santana e tive de amargar a culpa por levar o pequeno pra casa com a perna arranhada. O parquinho público absolutamente abandonado – pelos administradores, não pelas crianças – exibia uma armadilha fatal em cada brinquedo. Pontas de madeira lascada e metal enferrujado eram o mínimo do risco.

A culpa me levou a buscar providências e usei como emissário o Blog da Feira. Bingo! Na próxima viagem,  São Tomé vai conferir se o trabalho foi feito apenas pela assessoria de imprensa da prefeitura.  E como tomei gosto, vou mandar outra reclamação sobre o abandono das praças.

Falar em solução seu Valera / Bocão, aproveito pra  contar outra recente.  A irmã da moça que trabalhava  conosco teve diagnóstico confirmado de câncer de mama.  O médico pediu então uma cintilografia, exame imprescindível para definir o tratamento.

Exame marcado pelo SUS, aquele sistema cuja qualidade é universal, segundo nosso  presidente. Um mês depois, isso mesmo, um mês depois, a clínica informou que ainda não havia previsão.

Ligamos  então para o repórter de plantão de A Tarde. Por coincidência, o cara tinha conhecimento de causa acima da média das redações. A mãe dele teve câncer.

Menos de meia hora,isso mesmo, menos de meia hora  depois recebemos uma ligação da clínica com a informação de que havia uma desistência e o exame poderia ser marcado para o dia seguinte, no primeiro horário.

Se eu fosse estudante e tivesse paciência para o dialeto dos caras, perdão, para o discurso acadêmico, já teria meu projeto de mestrado na pós  da Facom:

O paradigma  Varela /Bocão sob uma perspectiva da análise do discurso midiático num estudo de caso com  análise textual sobre os modelos e mecanismos que revelam a  necessidade do sujeito versus a temporalidade no atendimento das reivindicações básicas do cidadão na construção do sentido de atualidade da prestação dos serviços públicos.  

Tradução: pra resolver esta porra, tem que ligar pra Seu Valera.

P.S: 

E o que tem  a ver a garota com garrafa de cachaça, na praia do Rio Vermelho? É só para lembrar que na próxima terça, ali perto, quase 40 anos depois, a garota  – a mesma da foto abaixo – vai estar presente nos versos de Kátia Borges. Leia mais sobre o livro  aqui.

Olha o carteiro!

04/11/2009

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Pegue aqui o envelope.
Foto daqui.

Os segredos das meninas

25/05/2009

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A mulher que passa

21/09/2008
Comecei a gostar da matéria pela capa: “Festa sem jornalistas. Proibir a entrada”. Ê raça!

Gostei da humanização, de saber que o poeta correu atrás para terminar a bela casa. Da entrevista de Toquinho, de saber que Tarde em Itapuã quase vira trilha sonora pra vender casa (se fosse hoje, com este boom imobiliário, certamente viraria. E se a Paralela ou o Cabula fosse perto de Itapuã correria novamente o risco de virar na atualidade).

E por falar em humanização, a matéria da Madame me instigou e eu fui pesquisar. Cheguei à conclusão de que quanto mais ele vivia, mais corria atrás da fonte da juventude, não só na escolha do parceiro Toquinho, 33 anos mais novo,  como das musas e parceiras.

Sua terceira mulher Lila, tinha 19 anos e ele 43. Quando observava o doce balanço a caminho do mar da  garota de Ipanema, ela tinha 15. Só observou, pelo que pouco sei.

Sua quinta mulher era  30 anos mais nova e a sexta 26. No dia do aniversário de 57, casou com Gessy, de 31. Cinco anos depois troca a baiana por uma argentina 40 anos mais nova e finalmente se derreteu quando a 19 anos Gilda Mattoso lhe pediu um autógrafo, que resultou no último casamento, ela com 23, ele com 63. Portanto, vale o que cantou o outro poeta, o do do sertão: certo mesmo é o ditado do povo.

Sendo mais poético, diria que sempre foi fiel e viveu intensamente tanto o Soneto da Fidelidade como o Soneto da Separação. Ou atendeu vida afora, sem pestanejar,  aos desejos de  A mulher que passa  escrito em 1933, quando tinha 20 anos. Um site interessante: aqui.

Clique para ver Kátia falando sobre a matéria