Posts Tagged ‘Luísa’

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28/09/2015

Dedico esta página musical a minha Luísa que a partir de agora cabe inteirinha na canção.

Fim de linha para as renas

26/11/2013

Luísa permaneceu na crença por um período maior por ter sido testemunha ocular da existência de Papai Noel. Flagrou o velhinho entrando no quarto com um saco vermelho cheio de presentes, num dia em que a família toda se reuniu para celebrar o Natal.
No ano passado, André entregou a suposta identidade do barbudo para Maria. Mas parece que a menina  ainda ficou com uma ponta de dúvida.
Pelo sim ou pelo não, a dúvida está com os dias contados:
– Quero ver agora agora se Papai Noel existe. Só vou falar o meu pedido para ele.

https://www.facebook.com/gusmaomarcus/posts/10200935924457110

Presente

14/09/2013

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Nossa Luísa completa 18 no próximo dia 28. Nossa Maria tem 8.
Ao ver no mercado os lírios, resolveu bancar com a mesada o presente antecipado para a irmã.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10200515074216117&set=a.1137311949744.2020128.1135737937&type=1

Asas

15/12/2010

Dou uma espiada nos vizinhos aqui e vejo Chorik (sim, ele voltou) e Bernado , ambos de babador, a lamber, a marejar, a se emocionar com o bater de asas de suas crias. Eu também.

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28/09/2010

No início de uma  manhã ensolarada como a de hoje, há exatos 15 anos, ela esticou os longos braços e virou a cabeça de lado enquanto eu tentava vencer o vidro do berçário com o nariz.
Hoje ela vive por aí, observando borboletas e ipsilones.

As duas fotos que não fiz

18/05/2010

Parei o carro na frente do circo. Lá dentro vi dois braços longos soltos no ar, de um corpo deitado de costas  sobre o arame. Reconheci  aqueles braços. A cena era  parecida com o que vi no dia 28 de setembro de 1995 pela manhã. Luísa foi a única dos três que não vi nascer de perto, no parto. Vi duas horas depois, com meu nariz colado no vidro do berçário. Lá estava ela, de bruço e, no primeiro movimento pra mim,  ergueu um pouco o  tronco, virou a cabeça e esticou os dois longos braços, com cotovelos enrugados. Parecia um filhote de pelicano. Imagino que os filhotes de pelicano tenham longas asas, grande envergadura. Queria ter feito uma foto naquele dia, queria ter feito uma foto ontem à noite, quase 15 anos depois, da minha passarinha de grande envergadura.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2973812221103&set=a.1137311949744.2020128.1135737937&type=1

Lego, lego

28/09/2009

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Quero que você cresça ainda muito mais, menina de 14.

You Know I’m No Good

30/09/2008

A foto

 

A pedidos, da Aeronauta e de M., negociei a foto, feita domingo no passeio de aniversário.

 

O poema

 

Fui lá no Bu! e roubei…

 

(…) Seria o saber mera ilusão ?
e se soubéssemos tudo errado ?
a chance de saber certo pode ser
uma em um milhão.

 

O presente

 

 

 

Passei ontem parte da tarde ouvindo com os vizinhos  a música que dá título a este post e que veio no presente. Só conhecia a moça da má fama.

Confesso que temo pelo  primeiro piercing, pela primeira tatuagem, pelo primeiro gole.

Mas quem há de negar o talento desta criatura? 

O vídeo vale tembém pelo pai gordinho e simpático, motorista de taxi. Uma figura.

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28/09/2008

Sorte grande. 13 anos.
Parabéns, Luísa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Lulúthica que um dia foi Lego-lego

02/09/2008

(ai, ai caramba, dois anos não são dois dias, principalmente na vida de uma adolescente. Este post foi publicado no dia 29 de agosto de dois anos passados e sua releitura  e reedição revista só comprova que de fato elas envelhecem numa velocidade assustadora. Hoje Lulu já é uma adolescente típica e eu sou o ridículo que a expõe ao mico de ficar fazendo post sobre… esqueci que estou proibido)

Até outro dia era Lego-lego do papai. Hoje já usa Mall-Estar cor-de-rosa, prenúncio do vermelho dos primeiros raios de mulher. Luluthca vive atracada com um tal de Artemis Fowl, que descobriu sozinha. Nem a mãe sabe tudo, a indicadora oficial de livros, sabia quem era o tal. Entrou na fase de mãe que não faz a menor idéia.

Ela era tão bonitinha devorando todos de Pipi Meia Longa, todas as Crônicas de Nárnia, o Lobatão em edição completa comprado no sebo…

O google me conta que este tal Artemis é um garoto de 12 anos, dois a mais do que ela, e que tem o maior QI da Europa. [ Xiiiiiii, e se ela se encanta, se pica com ele e deixa o papai aqui a ver blogs, como fizeram com seus papais a Maria, o Cido e a Pururuca aí do lado?]

O jeito é ir se acostumando e ficar com Rubem Alves, que altera Gibran: “Ser pai é alegrar-se com o vôo do pássaro, livre, para longe, numa direção não sonhada”. Minha Luluthica ainda continua aqui no ninho. Não cabe mais no meu colo, já se incomoda com os hábitos toscos do pai (melhor não descrever aqui): ôôô meu pai… protesta. Mas continua carinhosa e doce. E procupada com meu peso. Virou fiscal de balança. Com sucesso.

Mas Lu ainda é capaz de passar o dia inteiro lá embaixo brincando de boneca com a meninada. Ganhamos uma prorrogação. E ainda conta (alguns) segredos. Normalmente depois de algum longo silêncio no trânsito, quando se queixa de algum menino chato [graças a Deus eles ainda são chatos]. E ela vai crescendo, crescendo – já é maior que a avó. E segredando cada vez menos. Não somos amigos, somos pais. É assim e está certo.  Saudades do tempo em que ela chegou pra mãe com toda a confiança do mundo e propôs:

_ Mãe, vou lhe contar um segredo tão segredo, mas tão segredo, que você não pode contar pra ninguém, nem pra mim.

Que bom você voltou…

02/07/2008

…Bem-vinda a Salvador. A faixa compunha uma algazarra de apitos, camisetas com a foto de Ariana, spray de espuma, colares havaianos cor-de-rosa, óculos gigantes de plástico cor-de-rosa, grandes pentes cor-de-rosa, apitos, maracas de brinquedo. Enquanto Ariana não chegava, a turba gastava a tarde de ontem sacaneando qualquer um dos que surgiam no corredor do salão de desembarque com gritos e festa, ampliada pelos berimbaus do receptivo turístico. Quem será Ariana? Passou um cara com a camiseta,  arrisquei a pergunta mas fiquei na mesma: – É minha irmã.
George Gurgel, militante do PPS, esperava alguém no mesmo vôo. Não era Ariana. Sem graça pra fazer nova abordagem, quando a gente está trabalhando é mais fácil, encostei novamente em outro membro uniformizado e mudei a pergunta: de onde vem Ariana? – Do México, estava no intercâmbio. Compartilhei a suada informação com o casal  de amigos que esperavam também a filha.

Finalmente a charanga aumentou o volume e todos cercaram Ariana, que chegou contida,  meio envergonhada, empurrando um carrinho com sua  mala cor-de-rosa e muitos pacotes cobertos por dois imensos chapéus mexicanos.

No meio da confusão e abraços passa  batido Juca Ferreira, o quase sempre ministro interino da Cultura, que  se esquivou para não levar um empurrão no meio da algazarra de fotos e gritos. Em seguida vem o ex-eterno-presidenciável  Roberto Freire, também anônimo, seguido de  Daniela Mercury, empurrando seu carrinho, absolutamente livre de assédio, enquanto a turba se afasta aos apitos e gritos atrás de Ariana.
Finalmente apontou minha Lulúthica, acompanhada das duas amigas e a mãe de uma delas. Lu, alforriada de mais um ano de férias de junho em Iaçu, conheceu São Paulo graças a um convite da amiga  e uma promoção de 300 contos da Gol. Recebi um abraço de minha filhota de 12 anos,  numa recepção  menos barulhenta,  mas  com o coração tão feliz quanto o dos pais de Ariana.

Veja essa

06/09/2007

O pai babão estava no trabalho quando recebeu o e-mail abaixo, transcrito aqui sem tirar nem pôr uma vírgula:
Pai, estou muito chateada com a veja.Algum problema em mandar este e-mail aqui em baixo??Sei que estou sendo meio grossa, mais do jeito que eles trataram as bandas na revista…Acho ate que vou botar um P.S.:me desculpe e fui grossa, mas se tratando de vocês, e do jeito que vocês tratam os outros…
tenho certeza absoluta de que essa mensagem NUNCA vai ser publicada, pois so publicam os elogios, claro.So queria sua opiniao, porque sei que foi por impulso que eu escrevi isso.

Oi,
Estou mandando este e-mail, para dizer que achei um desrespeito a matéria ridiculamente nomeada por “os remelentos do rock”.
Achei um desrespeito não só com as bandas, mas com os fãs.Sou fã, sim, da banda O Teatro Mágico, e acho que, já que vocês tem pelo menos 500 pessoas trabalhando para a revista, não custava nada ser um pouco mais educados, e usar a cabeça, pois eu acho que esse texto está mais para algum vilãozinho de meia-tigela que aparecem nos desenhos animados, querendo dominar o mundo e querendo que todos façam e gostem do que ele faz e gosta.
Acho que essa matéria diz exatamente o contrário da lição que eu acho que metade das pessoas já ouviu quando criança: “cada um tem o seu gosto”.
Acho que, se uma pessoa gosta de ouvir uma música, tem seu estilo de música, devia ao menos ser respeitada por uma revista, que diz ter tanta fama.
Se você leu até aqui, obrigada, se não, pra que perder seu tempo não é?Lendo um mero e-mail de uma garotinha de 11 anos que se acha na sua altura…

Luísa Gusmão, 11 anos, Salvador, Bahia, Brasil

Não é linda minha filhota? Quero aqui registrar meus agradecimentos, primeiramente a Deus (não é assim com são feitos os agradecimentos quando alguém recebe um prêmio?), depois a Soraya esta mulher linda, patroa complicada (alguém conhece alguma que não seja?) e mãe maravilhosa, professora que rala na escola pública onde nós estudamos e onde não é ainda possível retornar com nosso filhos e depois às escolas Crear, onde se aprende brincando, Lua Nova, onde a brincadeira diminui mas a voz da criança é ouvida e ao Oficina, onde se brinca ainda menos (ninguém é perfeito como o Crear) mas onde há esforço honesto para formar cidadãos.

PS.
Se você entrar no site do Crear, Luísa é esta garotinha de cinco ou seis anos sorridente com a mão no queixo na página que explica a escola e a da foto que compoe o elemento Terra, na home. Juro que não fui eu quem editou o site. Já imaginu se fosse?

Veja aqui matéria que motivou a ira da minha filhota. Ela também se manifestou na comunidade O teatro Mágico em Salvador, no orkut.

Crédito da foto acima: Não tenho a mínima idéia. A foto de Luísa entre as colegas foi roubada do álbum dela no orkut.
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