Arquivo da tag: Maria

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Fim de linha para as renas

Luísa permaneceu na crença por um período maior por ter sido testemunha ocular da existência de Papai Noel. Flagrou o velhinho entrando no quarto com um saco vermelho cheio de presentes, num dia em que a família toda se reuniu para celebrar o Natal.
No ano passado, André entregou a suposta identidade do barbudo para Maria. Mas parece que a menina  ainda ficou com uma ponta de dúvida.
Pelo sim ou pelo não, a dúvida está com os dias contados:
– Quero ver agora agora se Papai Noel existe. Só vou falar o meu pedido para ele.

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Um rei e seu cavalo de pau

Maria admira minha habilidade no teclado. Pediu então para eu digitar seu dever de casa, já escrito no caderno escolar. Tinha que inventar uma história a partir de um texto dado.
Começou então a ditar e ao falar a palavra cowboy, parou.
– Deixa eu ver se você escreveu certo?
E continuou ao se certificar. Sua admiração não se estende à minha ortografia.

Texto digitado, bateu então em mim a imensa baba, melosa baba dos pais. No final elogiei o texto.
– Tomara que a professora ache também. Tem que tá muito coerente para ela botar um ok.

Como pai babão, achei coerente, criativo, lindo, maravilhoso. E como pai babão não se contenta só em babar mas babar também a tela do computador seu e dos outros, eis o texto. Tá coerente?

Um rei e seu cavalo de pau

Era uma vez um menino muito criativo. Ele vivia num mundo só dele. Esse mundo era muito maluco, engraçado, divertido, e, principalmente, as pessoas só usavam cavalo de pau por todo lugar. Ah, e essas pessoas não eram comuns não. Eram guerreiros, cowboys, príncipes e reis. Esse povo era muito corajoso, fiel e muito comportado.
O menino parecia um louco quando transformava nosso mundo nesse mundo. Mas isso não era tão bom assim. Porque levava muito mico na escola e com isso, os pais dele ficavam cada dia mais preocupados pois não entendiam nada do que ele falava, ele não ligava nem um pouco para isso.
Todo santo dia, o menino só brincava com o cavalo de pau, e ia para a escola montado no cavalo.
O menino havia ganhando o cavalo logo quando nasceu, era uma dupla inseparável, ia para todo o lugar com o cavalo de pau. Por ter essa mania, o garoto só tinha dois amigos. Um era o seu cavalo de pau e o outro era o Rubinho, um menino que era igual a Luís. Ah, você deve se perguntar quem é Luís, né? Pois ele é o garoto de quem tanto falava.
Voltando a Rubinho, ele tinha um objeto parceiro dele, era sua mochila de aventuras. Ele acompanhava Luís todos os dias que ia à escola, ele ia a pé porque cada vez que fazia algo com a mochila, era mais uma aventura, isso é se for divertido o dia que ele teve indo a escola.
Luís se considerava um irmão de Rubinho, e o rei de seu mundo maluco.

Fim

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