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De volta

01/02/2012

Você nunca deve voltar ao lugar onde foi feliz, já avisaram. O lugar é outro, você é outro e são outras as circunstãncias. Mas voltamos ao Pratigi para uma curta permanência de três dias e não perdemos a viagem. Estavam lá o Chalé Sabiá e a hospitalidade de Orlando. E a praia, imensa, amigável com as crianças, morna e iluminada no final da tarde. Enfim a alma resiste em ser pequena e o Pratigi é imenso. De volta à rotina, fica a lembrança das águas, aguas do mar, águas da Pancada Grande. Viva Oxum, viva Iemanjá, salve o 2 de fevereiro que chega daqui a pouco.

 

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Primavera Verão em Ipitanga

26/09/2010

Sol de quase Verão e tomamos o rumo da praia. Taí uma palavra pra animar a renca.
Não sou assim tão chegado a barraca, mas bateu um banzo de cerveja e tiragosto e fomos parar em Ipitanga, município de Lauro de Freitas. Depois de Praias do Flamengo, há  uma cidade fantasmas de barracas semidestruídas ao longo da orla, aquelas em que os donos retiraram tudo mas ainda não foram demolidas.

Laaaaaá depois do kartódromo encontramos finalmente uma sobrevivente com direito a mezanino e música ao vivo. O melhor de tudo foi a tese do vendedor de picolé: aqui em Lauro de Freitas é PT, por isso deixaram.

PS – A primeira foto foi feita por Luísa.

Fui à praia…

06/09/2010


…andei pela areia…


…e notei que as barracas agora estão sem teto.

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07/05/2009

Salvador chove todo ano há quase meio milênio. E a cidade ainda encara a chuva como uma grande novidade. Mas daqui a alguns dias o sol, o grande culpado, volta a brilhar e todos esqueceremos.

Ano que vem a surpresa: Oh! Chuva. Novamente lamentar a tragédia, contar as vítimas. E elas voltaram a ser contadas ultimamente depois de mais ou menos uma década de trégua, por conta de algumas obras de contenção de encostas.

A chuva cai sbre todos, embora mate os pobres. No Itaigara, com IDH superior ao de  países nórdicos, carros submergem. Nas encostas e pirambeiras, gente é soterrada ou carregada pelas águas de maio.

E a cidade segue crescendo desordenadamente, sem controle algum, tanto nos bairros pobres como nos ricos (não à toa que uma das fotos de alagamento mostra o novo caixote -shopping da cidade, na Paralela).

E  Como as chuvas se repetem com regularidade, meus textos e vídeos sobre elas também.

Acima, o terceiro vídeo da série “O mar quando quebra na praia”, gravado ontem e hoje. E abaixo, alguns textos meus sobre a mesma  chuva de sempre:  2006 e 2008.

E aqui vou colecionar outros sobre o mesmo assunto.

Atualizado em 07/05

Franciel  ( o texto apareceu, achado pelo próprio. Valeu!)
Bernardo
Maria

Aeronauta

Atualizado em 7 e 8 ; 05

E aqui a trilha sonora da chuva… porque a chuva continua

P.S importante. Esta não é  uma lista das  minhas músicas preferidas. Ou não era. Porque conhecer, conhecer mesmo, de gostar e de  poder cantar [alguns (poucos)  trechos] só  Águas de Março e Chove Chuva.  E já ouvi algumas vezes I’m singing in the rain, sempre na tela. Outras posso ter ouvido uma vez na vida, mas não me lembrava. A maioria nunca ouvi mais gorda. O bacana do google e do youtube é isso: desde hoje gosto de todas. Ou como disse mais ou menos o outro, a cultura é indispensável  à ignorância.











Chove lá fora

21/04/2009

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Clique na imagem e veja  o mar quando quebra na praia.

Sol de Primavera

07/09/2008

Anoitecer de hoje visto de onde se via o muro do Clube Português

Límpido, tépido, calmo, belo. Há muito eu não via um dia tão bonito. Desconfio que até quem destesta domingo, como minha e-amiga Aeronauta,  tenha gostado. Soraya, que também não gosta, se rendeu à luz de hoje. Começou pela  manhã. O programa com a renca era Parque da Cidade para pedalar e ver Armandinho com a OSBA. Aí olhei pela janela e pressenti o dia. Bastou convocar um rápido plebiscito e praia ganhou por unanimidade, louvor e gritos de Maria: praia, praia, praia. Milagrosamente saímos todos antes de se completarem 3 horas da decisão. Rumamos para Patamares porque adiante há perigo de blitz e eu não quero dar um centavo para Forrest John. Pretendo só entregar os meus  IPVAs 2005, 2006, 2007, 2008 e 2009 para o próximo prefeito, que não vai ser nenhuma coca-cola mas qualquer coisa fora este energúmeno que aí está será excelência em administração. É por isso que eu quero Hiiiiiiiiilton cinqueeeenta na capital da resisténcia só pelo prazer de ver Forrest num merecido quinto lugar. Jahhhh.

Mas vamos voltar ao belo dia em que a renca reencontrou a praia. Pareciam mineiros diante do mar. Saltavam, corriam, tomavam caldo satisfeitos no reencontro com as águas abandonadas desde março, quando começaram as chuvas. Para completar a felicidade e harmonia no lar, teve alforria de fogão. Depois que descobrimos um genérico do Bella Napoli ali no Stiep, mesmo os domingos chuvosos ficaram mais felizes. De quebra André ainda ganhou um cinema com Soraya, Maria bodiou e eu voltei pra casa encantado com o céu púrpura do fim de tarde. E comprovei que Forrest John foi bom prefeito quando nada fez, como nesta área do demolido Clube Português, que tomava a vista da praia e agora nos dá esta aí da foto. Ainda bem que nosso Forrest estava tão concentrado em pintar meio-fio que não teve tempo de colocar algum monstrengo na frente da paisagem.

Caculé

Mas veja só na foto abaixo o que eu encontrei também neste domingo na Orla. Uma informação que Neto me sonegou.  Segundo o paulista Paulo Emílio, o revendedor dos cofres caculeenses, são 15 fábricas que fornecem para todo o Brasil e fazem de Caculé – cidade que fica na Bahia, segundo informa a faixa – o principal produtor nacional. O fenômeno, até onde eu sei, ainda não foi descoberto pelas editorias de economia de nossos jornais. Então quer dizer que Caetité tem  urânio, ferro, ametista e manganês e quem bota a grana no cofre é Caculé? .