Posts Tagged ‘redes sociais’

Top five 2015

10/12/2015

Dezembro gastando, tempo de fazer listas do feliz ano velho. E como boa parte das nossas vidas transcorreu diante desta tela, seguem os meus escolhidos:

1- Sensacionalista

Disparado, o melhor da internet que chegou aos meus olhos. Dá em chico e em francisco sem dó nem piedade. Isento e de verdade.

2 – Jout Jout Prazer

Com vídeos aparentemente despretensiosos, esta garota dá seu recado e segue ganhando o mundo.

3- Clímaco Dias

Escolha dura, entre amigos. Mas Clímaco manda muito bem nas ideias, no humor, com a família, com as divas. um autêntico prosa boa.

4 – Helder Reis

Fotos, fotos, fotos. Inacreditáveis fotos.

5 – Tia Má 

Descoberta recente, o mais divertido guia de comportamento masculino/feminino com delicioso sotaque baiano.

E sua lista Bê?

 

A gente se vê por aqui

05/04/2014

Tenho vivido insônias rolando a barra do facebook. Sem falar nada, curtindo aqui e ali. Antigamente era a tv, ligada muitas vezes sem som. Observava as pessoas, o mundo na tela.
Aqui as pessoas se revelam. De uma maneira diferente do que imaginam se revelar. E eu também me revelo. Também de uma maneira diferente do que imagino. E nesse jogo de espelhos seguimos todos, com muitas impressões, mais perto ou bem mais longe da realidade.
Gosto, gosto muito de muitas pessoas daqui. Gosto especialmente das que se escancaram, se arreganham, são gente.
Não vou negar que na minha tela passa muita bobagem. Ninguém tem mais de 100 amigos no facebook impunemente. Encaro o cascalho com a esperança e a alegria de encontrar aqui e ali o melhor, o mais humano, o mais comovente, o mais belo da natureza humana, que muitas vezes nem é o mais belo, se é que você me entende.
Pode falar, pode rir de mim, mas aqui encontro literatura da melhor qualidade, poesia da melhor qualidade, fotografia idem, humor, música, gente também.
Isso aqui lembra a leitura de um papiro, de um pergaminho. Acho que nem cheguei na idade média. Um dia, quem sabe, renascerei.

No facebook

Tem de um tudo

13/10/2013

A melhor qualidade e o pior defeito das tais redes sociais são os mesmíssimos de desde sempre na convivência social: tem de tudo.

Numa roda presencial de caruru de preceito nesta sesxta – exerça sua inveja que eu exerço meu exibicionismo – ouvi de um dos interlocutores uma boa definição disso aqui: é um 1984 voluntário. Ou seja, não é um grande irmão a nos fiscalizar, a nos espiar. Somos nós mesmos a compartilhar, a exibir, a provocar, a nos destrambelhar publicamente, consciente ou inconscientemente, tanto faz.

Como todo vício, paga-se um preço. Como todo vício, há ganhos.

Amanheci com a intenção de caminhar, ir à Feirinha da Estação Nova, aqui em Feira de Santana, comprar inhame com preço três vezes menor do que em Salvador, cortar o cabelo, dar atenção à minha renca, organizar os papéis, levantar finalmente todas as informações necessárias para ir à Justiça contra a PDG, enfim, essas coisas que tento fazer há meses mas  gasto o tempo tornando públicas em vez de fazer.

O que me motiva a escrever este post é demonstrar em poucas palavras os efeitos positivos de estar aqui enquanto a vida corre lá , o que é um falso dilema porque a vida trafega pelas telas também.

Um dos lados chatos da internet, e da vida também, é a intenção pedagógica. Os maiores chatos são aqueles que querem  com um post mudar o rumo da vida – alheia.

Vou dar uma de chato e compartilhar um pouco das minhas leituras hoje na internet, só para justificar pra mim mesmo que vale a pena continuar aqui. Vou ser também um pouco pedagógico.

Sua vida, como a minha, certamente não vai mudar depois desta pequena amostra de leituras desta manhã de domingo. Mas foram coisas que me fizeram bem. E falta muita gente boa. Como a vida, isso aqui também é um recorte.

Excluí o que  desagradou. Claro, você jamais tem tem mais de 200 amigos no Facebook impunemente, Aparece de tudo na sua tela e às vezes é preciso ter estômago para aguentar certas imagens, certos textos, certas exposições. As palavras mágicas são filtro e paciência.

Então, aos posts:

Ao acordar fui presenteado com este texto existencial. Como num pós-trago de boa marijuana, bateu. É a tal empatia, é o que sinto também muitas vezes.

Marcus curtiu um status. Alberto Heráclito Ferreira
Não se pode recuar: o vazio vem sempre, inexoravelmente. Ele pode procrastinar um pouco, mas nunca deixa de dormir em casa. Então eu me acalmo, tomo chá de folhas frescas de laranjeiras tentando estetizar o desagradável momento do encontro. Encontro não é bem a palavra adequada. Diluição talvez fosse mais próximo dessa sensação que eu chamo de vazio. Tudo perde o sentido, inclusive a inutilidade de viver.
É quando abandono o corpo e como um anatomista, disseco, amputo, secciono, retalho. É esta a mais pesada atividade do dia. Ela é um abismo mortal, mas todos os dias a morte nunca chega. É na morte que não se pode confiar. Deus me salva às vezes com um banho morno e um chá de laranjeira como agora. Noutras eu mesmo me salvo, tipo assim, lendo poemas de Mário de Andrade. “Quando eu morrer quero ficar,/ Não contem ao meus inimigos,/ Sepultado em minha cidade,/ Saudade”.

Mas é preciso rir também

 Piauí Herald: Leãozinho exige autorização de Caetano Veloso

Orientado por Paula Lavigne, Leãozinho proibiu Caetano Veloso de citar o seu nome. “Dados biográficos de foro íntimo foram expostos de forma vil. Agora todo mundo sabe que sou um filhote de leão raio da manhã”, disse, caminhando sob o sol.
Continuar a rir da nossa classe média:

Foto de Dôra Lopes.

 Wilson Gomes – Bolsa Família é um programa que simplesmente separa um bom número de brasileiros da miséria e da fome.Normal que a direita não goste de programas sociais, é assim em todo o mundo. Mas a direita costuma saber fazer contas em outros lugares. Será que os adversários do Programa sabem que os valores dos benefícios pagos pelo Bolsa Família variam entre muito pouco ( R$ 32) e quase nada ( R$ 306)? Que dividindo-se o custo federal do Programa ao ano (24 bi) pela nossa classe média, o Programa custa a cada indivíduo desta classe a fortuna de R$ 16,60 por mês? Realmente, estão tirando o couro da classe média para dar algumas refeições por mês aos miseráveis. Que coisa horrível!

Ou se encantar com uma belíssima ideia para quem gosta de Salvador e de boas ideias: 365 Motivos para Amar Salvador,

Saiba mais sobre o blog: http://atarde.uol.com.br/bahia/salvador/materias/1540555-blog-apresenta-uma-razao-por-dia-para-querer-bem-a-salvador

Ou ainda guardar uma lista muito útil mas que talvez você nunca use, mas… link 50 sites úteis que você precisa conhecer www.oficinadanet.com.br

Ou viajar numa foto
Foto de Tainá Moraes.
Que tal versos?
Katia Borges
Eu só
Me acompanho
Nesta nota
Que arranho
Eu sol…Ver mais
Ou boas lembranças?  foto

Mais do que especial. Bruna Kaniucki

Não hesito em disparar uma solicitação de amizade quando leio algo que me convence, que me faz rir, que me faz pensar. Ao me deparar com uma notícia li também um texto. Gostei e compartilhei. Preciso conviver aqui com a pessoas que pensam assim, que encaram a vida deste modo. Que bom que fui aceito: Marcus enviou uma solicitação de amizade para Denis Peres. Marcus começou uma amizade com Denis Peres.

A iternet serve também pra gente tentar se convencer a mudar. Desde a notícia do acidente, prometi a mim mesmo não falar mais nunca, nunca mesmo, ao celular enquanto dirijo. Também fiz promessas de  não beber antes de dirigir.

Marcus curtiu Não foi ACIDENTE  

Mas quem disse que é fácil mudar? 
No sábado, naquele caruru citado na abertura deste texto –  exerça sua inveja que eu exerço meu exibicionismo e também as minhas contradições, culpas, minhas tão grandes culpas – bebi. E voltei pra casa ao volante.

Enfim, vou ali na feira. Algum pedido?

 

https://www.facebook.com/gusmaomarcus/posts/10200660648495383

Fui ali dar uma volta na infância, antes da infância, e voltei com medo de morrer

03/06/2013

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A morte deve ser como este detalhe borrado de uma foto antiga. A morte é não existir mais como o cenário desfeito desta foto antiga.
Eu me peguei com medo da morte nestes dias, incutido com o o passado, incutido com fotos do passado. E incutido é pior do que doido, lembrou bem Soraya,

Mas doido é pior do que tudo. Pior até que a morte. Mas é outro assunto.

Voltando à vaca fria, resolvi ficar fora do facebook por 30 dias chateado com a censura à página da Dilma Bolada, ao bloqueio da página do Prefeito Netinho, duas das minhas preferidas. Ambas voltaram e eu fiquei com a  cara de tacho, auto- excluído da brincadeira.

Mentira minha.

Saí e não saí. Eu me refugiei na construção da  página de fotos antigas de Vitória da Conquista e de lá assistia a tudo, como naqueles filmes em que a pessoa morre e fica de fora acompanhando, Ghost é o nome do filme.

Pois bem. Na penúltima vez em que tentei sair do facebook só eu notei minha ausência. Como desta vez Kátia Borges notou e outras  pessoas se manifestaram, encontrei o motivo para voltar com a sofreguidão de amante que perdoa, de quem volta a fumar, a cheirar, a tomar coca-cola 600ml.

Voltei, portanto, de onde na verdade não tinha saído. E nestes dias sem me manifestar no perfil  foram muitos os posts imaginários.

Quanto a gente trabalha em jornal, tudo na rua é pauta. Quando a gente é viciado em facebook, tudo é post.

Vamos ao primeiro deles.

Luísa estuda para o vestibular estas  coisas inúteis de quem estuda para o vestibular. Mas da poltrona comenta comigo, envolvida com um assunto interessante misturado aos temas maçantes de vestibular.

Do ponto de vista da matéria, meu corpo e o seu tem a mesma idade, disse ela.

Pronto, deu um belo nó na minha cabeça. Não é maravilhoso isso, ter a mesma idade de filho, neto, pai e avô?

Portanto, temos todos a mesma idade desta foto de coisas que não existem mais mas estão por aí espalhadas com a mesma idade da gente.

Estas pessoas na rua da foto por onde passei muitas vezes, rua que já era outra, as lâmpadas destes postes, o calçamento hoje por debaixo do asfalto, as crianças no primeiro passo antes de atravessar a rua sem carros. Ruas sem carros. Repito pra você, rua sem carros. Tudo isso, ruas sem carro e engarrafamentos, tem a minha e a sua idade.

Temos todos a mesma idade da eternidade.
Mas continuo com medo da morte.

Foto: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=379780902127263&set=a.379777018794318.1073741838.276638065774881&type=1&theater

Janela

24/05/2013

Depois do facebook nunca mais perdi uma lua cheia.
No facebook.

https://www.facebook.com/gusmaomarcus/posts/4858641380654

O papa quer curtir e compartilhar

13/05/2013

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Depois de anos assisti a uma missa inteira como nos tempos de infância, ao lado daquela que me despachava para a igreja todo domingo. Missa atual com direito a música ao vivo, desfile de fiéis com rosas para as mães até o altar, mensagens, enfim, quase tão animada e participativa quanto um culto pentecostal. O diabo é que chorei, discretamente, não tem como resistir àquele clima, à música, às palavras do padre, enfim, sou um cara suscetível a rituais.

E no jornalzinho distribuído para acompanhar a missa, a mensagem do papa. O santo padre quer os fieis no facebook, no twitter. Onde 2 ou 3 estiverem reunidos online, a mensagem cristã deve ser levada.

E eu que já  não creio faço aqui a minha parte. Trago a ordem papal para você crente ou incréu.

PS arrependido do dia seguinte: ao ler novamente o texto, não gostei do deboche, do tom. Na verdade eu me emocionei mais do que queria e tentei aqui negar isso.

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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=4811154593514&set=a.1137311949744.2020128.1135737937&type=1

Meu vilarejo

27/01/2013

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A programação era viajar para Iacu hoje à noite, mas está tarde, melhor amanhã cedo. Viajo então ao meu vilarejo de 1500 habitantes, chamado facebook. Aqui conheço quase todo mundo. Cotidianamente vou a este meu vilarejo, converso com as pessoas, digo alguma coisa, repasso o que me disseram ou que ouvi por acaso. E ouço, ouço muito.
Tem dias que a prosa me enjoa, é repetitiva, cansativa, óbvia. Mas a pluralidade dos habitantes e o mix total das cabeças me trazem sempre surpresas agradáveis, boas lembranças e principalmente esperança, alguma esperança na humanidade.
Tem muita poesia, muita música, tem bom humor, coisas bobas e deliciosamente bobas e divertidas.
No vilarejo estão minha renca, parte da minha família dos interiores, parte significativa do meu passado, infância, adolescência e amores. Aqui estão até ídolos meus, que me deram a honra de participar do vilarejo deles também.
Tem pessoa que nunca vi mais gorda, mas já ouvi a voz e acompanho a vida há anos. Tem outras que desconheço até a voz, mas sei o que anda pela alma delas.
Gosto especialmente deste meu vilarejo nas madrugadas, quando encontro muitas almas gêmeas insones.
Não gosto de falar diretamente com pessoas deste  meu vilarejo, esta conversa me cansa. Gosto de falar por tabela, ao registrar meu gosto pelo que ela falou, ao receber o aceno positivo pelo que falei.
Não consigo me conceber daqui pra frente, na velhice até, sem estas 1500 almas, uma bela amostragem do mundo. Vasto mundo que habita este meu vilarejo.

Imagem: http://bit.ly/11O1uAT

No facebook: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=4615662386331&set=a.1137311949744.2020128.1135737937&type=1&theater

Olha a tangerina!

05/08/2012

Hagamenon Brito postou no facebook sobre a matéria de capa da Veja SP, uma espécie de buraco da fechadura sobre o que vai nos consultórios de psicologia da nossa maior cidade. Ele chamou a atenção para um dos temas recorrentes nos consultórios, o baque e o sofrimento das pessoas quando colocam uma imagem  ou um texto na página azul mais vista hoje no mundo e ninguem dá a mínima. Nem um polegarzinho. Se quiser parar por aqui, leia o texto da veja: http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2281/rejeicao-aflicoes-paulistanas

Mas se continuou, quero dizer que também sofro com isso. E entendo o sofrimento alheio. E explico.

Gosto muito de tangerinas. Só de lembrar o cheiro me dá água na boca. E gosto de todos os modelos de tangerina. Lembro bem do dia em que, sertanejo, fui apresentado há umas duas décadas na rodoviária de Campinas a uma rede de pokã, pra mim uma tangerina mágica, não oferece nenhuma resistência para tirar a roupa, são grandes e suculentas. Quem já cravou as unhas na guerra contra as cascas finas das pequenas tangerinas sabe do que eu estou falando. Mas também não abro mão das miudinhas.

Voltando à carência deste mundo, colocar alguma coisa no mural equivale a abrir um tabuleiro de tangerinas no meio de uma praça, por onde passam pessoas conhecidas e  dispor as tangerinas de forma bem sedutora. Você imagina que todos vão parar, comentar, pegar uma e cheirar, levar consigo e ainda oferecer a outras pessoas.

Sou um cara simpático, gosto de tangerinas e quero oferecer tangerinas suculentas na praça. Este é o meu ponto de vista. Resta saber se a praça onde estou passam muitas pessoas, se estas pessoas gostam de tangerinas ou mesmo achem que valha a pena parar para falar de outras coisas, sobre tamarindos, por exemplo.

Tem ainda uma coisa muito importante. Qual a minha intenção em apregoar tangerinas na praça? Essa expectativa dá o tamanho do meu sofrimento ou alegria com 1 ou 10 ou 100 compradores.

E é sobre esta pergunta sem resposta que me debruço atualmente. O que desejo ao apregoar tangerinas?

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=3561815320813&set=a.1137311949744.2020128.1135737937&type=1

A foto foi recolhida neste tabuleiro: http://silviarita.wordpress.com/2011/06/24/pai-comeca-o-comeco/

 

 

Se música fosse, seria um fado

20/10/2010

Mas é fotografia. E se eu pudesse e meu dinheiro desse, seria este o meu destino no próximo final de semana.

Ando incutido com o poder do Facebook. Vamos começar pelas coisas boas, como esta foto e as demais de Helder Reis, colega de faculdade que hoje vive em Portugal.

Helder mantém uma espécie de exposição permanente, com centenas de admiradores, eu incluído,  a curtir e comentar suas imagens cotidianamente.  Tem coisa melhor do que isso pra ele, artista, e prá nós, público?

Tá certo, nada substitui uma música ao vivo, um encontro ao vivo, uma exposição ao vivo,  como a de Thomas Farkas nas paredes do MAM, que me deixou emocionado dias atrás. Mas as doses quase diárias das imagens de Reis trazem esta novidade do nosso tempo, a possibilidade de ver e interagir. É banal e óbvio, mas me impressiona.

Também me impressionou o depoimento de Sheila Ribeiro. A moça viu o debate, foi para o teclado e em segundos trouxe para o presente e para o público um episódio que desnuda a hipocrisia do discurso político.  Isso é novo.

Tem o lado obscuro também. Mais uma notíciq divulgada esta semana comprova o que até os teclados da minha velha, muda, cega e surda máquina de escrever já sabia. Tudo o que a gente joga na rede é recolhido, tratado e vendido na forma de análise de tendência para o tali mercado, como dizia minha amiga Maria.

Falei esta semana com um velho amigo e ele se desculpou sem graça por não ter aceito meus reiterados convites de entrar na roda, ou na rede. O diabo é que não mandei convite nenhum, e ainda passei recibo de mala da internet.

Uma outra amiga, a quem indiquei uma promoção do Itaú, disse ter recuado assim que pediram o CPF dela. Tá certa.

Mas eu já relaxei com relação a informações e dados potencialmente “roubáveis” na rede. Seu CPF e o meu, que não é nenhum Omo total, pode ser encontrado em qualquer esquina, disponível num CD pirata.

Além do mais, até já usufrui desta facilidade universal de saber da vida alheia na internet. Quando roubaram minha lata velha  recebi em casa, no telefone fixo, uma ligação do desconhecido que havia encontrado o carro abandonado próximo a Feira de Santana.

Enfim, pra quem tava sem assunto neste inicio de madrugada de uma semana cheia…

Então, tá esperando o quê? Visite agora a exposição permanente de Helder Reis: http://www.facebook.com/heldersreis