Posts Tagged ‘São João’

Segunda-feira de cinzas

24/06/2013

Sem título

Estrada Iaçu-itaberaba-Ipirá

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A fogueira vai queimar

23/06/2013

Sem título

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A fogueira vai queimar

23/06/2013

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Estrada Itaberaba / Iaçu

 

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Véspera

20/06/2012

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23 de junho de 2009, em Iaçu

A cidade se enfeita, na cozinha o movimento é grande, no quintal o forno está aceso. É véspera, manhã/tarde da noite de São João. E eu torço para que isso fique nos meninos como ficou em mim. Hoje já não sinto nada, só lembranças. Da fogueira, dos fogos, dos balões, da música. Hoje sou apenas memória, que tento reaver em caminhadas pelas ruas decoradas da cidade. São João passou por aqui. Pelas minhas lembranças.

Descrição da imagem: Em primeiro plano vaso de cerâmica pendurado, decorado com bandeirolas coloridas. Ao fundo, fogueira armada em rua enfeitada com fileiras de bandeirolas azuis e vermelhas. Céu azul.
Descrição sugerida por www.facebook.com/pracegover

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Desconectado

19/06/2010

Sport Clube Ideal – O beque central é  Rubem Reis Almeida,  avô de Soraya. Neste jogo o time de Iaçu empatou em 4 x 4 com o S.C. Independente, de Itaberaba, na casa do adversário, no dia 18 de setembro de 1949. Foto do  Projeto Iaçu Cultural

Como a humilde Inglaterra, quando  partiu um cabo de comuicação entre a ilha e o continente, declaro que o  mundo está isolado. Não quero nem ver teclas na minha frente até o dia 4 de julho.

Tomo o rumo de Iaçu para encarar nos próximos dias atividades estafantes como  comer, dormir, vadiar com a renca e assistir aos babas africanos na companhia  de Rubem Reis, craque da era de ouro da seleção da cidade,  quando o Brasil nem sonhava em ganhar a copa da Suécia.

Mas vou deixar uma fogueira virtual para ser acesa dia 23, às 20 horas. Vivá São João.

 

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Nostalgia, 2ª ed. não revista

30/08/2009

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De Cássia Eller, ao vivo, numa noite quente no Ad Libitum. De Raul Seixas no alto-falante numa tarde chuvosa em Conquista. Do gosto de jenipapo, de gemada e de manga no pé e da busca por estrelas cadentes no peitoril da roça de tio Descartes, nas noites sem lua das Minas Gerais. Da porrada da de Tchaikovsky num vinil Grammophon comprado na Carlos Gomes. Do gosto de picolé salgado pelas ondas e do sanduíche de sardinha no Porto da Barra, seguidos de almoço com macarrão e pudim de sobremesa. De Picolé premiado. De vela na lata em forma de lanterna quando faltava luz em Castro Alves, pelas ruas com a meninada. De comer licuri. Do cheiro de gaveta velha cheia de tranqueiras mais velhas ainda. De beber em avião. Da minha primeira insônia aos seis anos depois de um espetáculo do Circo Thiany. Da Música O Divã numa vitrola vermelha. De Vick Vaporub.  De receber uma carta coberta de selos. Do pátio do Polivalente de Castro Alves. De um macaquito vinho. Da alegria da notícia do primeiro filho. Das noites dos nascimentos dos três. De ver as luas de Júpiter e os anéis de Saturno. Dos rios da Chapada. De dirigir um caminhão 608D nas madrugadas de Conquista aos 14. Das escadas do Centro Cívico da ETFBa. Da padaria, do balcão e da sanfona do primo Aldinho na venda de Tio Deoclides em Tanhaçu. Da cachoeira de Mané Roque. De São João. Da boléia de um caminhão, de carona. Da cidade de Tiradentes. Das arquibancadas do Parque de Exposições de Conquista. Do balcão da loja de tecidos do tio Ruguinha. Da Iemanjá num quadro da sala de Tia Lurdes.

Da estante de pranchas de madeira e blocos de argila da casa do Garcia. De chacretes. Do cheiro de murta no passeio da Leovigildo Filgueiras às duas da manhã. De mata-burro nas estradas. De estrada. Do sonho de mudar o mundo. Do cheiro de sargaço do primeiro banho de mar, em Amaralina. De uma paulista entre amigos. De uma paulista a dois. De confiar em todo mundo. De chorar copiosamente. Da Via Láctea no  céu da roça de tio De Assis. Do frio. Da cama do Hotel Livramento. Do quarto do Hotel Lisboa. Do Rio Neva. Do quintal do Hotel Maringá. Do Cine Madrigal. Da gamela de coalhada na despensa e do leite espumando no curral, no copo de alumínio com açúcar. De falar nie za schtô. Da luz que apagava às 10 em Tanhaçu, depois de três avisos. De pescar acari com saco de estopa no barranco do rio. De pescar traíra com anzol. Das escadarias do TCA.  De vento frio na cara. De plantar alface. De tênis Mal Estar. De tampinhas premiadas. Da seda azul do papel da maçã. Da música Trem das Cores. Do tédio dos domingos. De larica. Dos círculos na água formados pelo impacto da chuva no jardim dos meus cinco anos. Do tal pretérito a cada dia mais  perfeito já falado aqui. Do tempo em que eu era imortal.

Em 03/03/2008

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Crédito da imagem

Quarta de cinzas

24/06/2009

Cinzas

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Véspera

23/06/2009

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A cidade se enfeita, na cozinha o movimento é grande, no quintal o forno está aceso. É véspera, manhã/tarde da noite de São João. E eu torço para que isso fique nos meninos como ficou em mim. Hoje já não sinto nada, só lembranças. Da fogueira, dos fogos, dos balões, da música. Hoje sou apenas memória, que tento reaver em caminhadas pelas ruas decoradas da cidade. São João passou por aqui. Pelas minhas lembranças.

Bandeirolas – Shirley Stolze

22/06/2009

Enfeitando a Rua

Bandeirolas – Fenando Vivas São João

21/06/2009

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Bandeirolas – Adenor Gondim

20/06/2009

Bandeirolas  junho de 1990 - Cachoeira Bahia  foto - Adenor Gondim

Caminho da roça

20/06/2009

caminho da roçaDSCcaminho da roça 205183Br 324 hoje pela manhã.  115 km em 2 horas e meia.
Bem melhor do que as cinco  horas do ano passado.

Fogueiras

19/06/2009

são joão fogueiras

Inaguro com esta  noite chuvosa de São João que passou, uma sequência de fotos bacanas. Os outros posts entrarão amanhã e terça, sempre às 23:59, na programação automática do blogue. Estaremos em   Iaçu, com nossa renca desfalcada de Luísa. Ela vai  para Cachoeira, lugar das bandeirolas de amanhã, de Adenor Godim. Luísa deve  passar por  Santo Amaro, lugar destas belas  fogueiras de Maria. Vivá São João.

São João sabor uva ou menta?

06/07/2008

Tudo que precisa de resgate me lembra aquele padre dos balões, que não quis esperar o terceiro dia para subir aos céus. Ou seja, já foi, Banda Mel. Não me chame para resgatar nada que eu não vou. Se você observar os patrocínios no palco acima e o super trio elétrico Mega Love estacionado ao fundo vai ver que este negócio de Forró Pé de Serra também precisa de resgate. Pior para ele.

Ano de eleição, este foi o cenário que se viu Bahia adentro, Bahia afora. É só clicar duas vezes no vídeo e ver os similares lá no Tubo. Eu não sou saudosista, se tem que ser assim, que seja.

E as crianças, que não estão nem aí,  gostaram e pelo menos se divertiram  ao som dos Bárbaros do Morro, bloco afro de Iaçu. Maria, a menorzinha, mandou ver devidamente incentivada pela prima Lívia, que tem  talento. E André também caiu no reggae. Mas os três foram devidamente recolhidas ao pé da fogueira antes dos  subcovers das calcinhas pretas e dos cavalos  não sei das quantas  se revezassem noite adentro com seus cantos de amores em falsetes esganiçados: Eu vou fazer um leilão…

São João não passou por aqui

04/07/2008

Desta vez descemos com a renca desfalcada para o São João. Faltou Lu, que levou a máquina. Faltou o post também. Mas Maria, André e os primos Davi e Lívia se divertiram com os fogos, sob o olhar atento e gripado de (bis) vovô Rubem. Voltei às pressas de Iaçu, e só neste final de semana retorno pra lá e vou recuperar as imagens dos miúdos a dançar na praça ao som do São João afro de Iaçu.
Mas basta um passeio pelos meus vizinhos aqui para ver que Maria Sampaio, a autora da foto aí de um São João em Santo Amaro, Paulo Galo, Madame K e Aeronauta mandaram bem sobre o tema. Além deles, vai aqui uma amostra grátis do início do texto de dá gosto de Paulo Bono:

“Numa Sala de Reboco
Foi numa cidadezinha do interior da Bahia. Fazia frio. Muito frio. Mas fazia frio lá fora. Porque naquela garagem onde improvisaram um salão o forró pegava fogo. E de repente a sanfona puxou Numa Sala de Reboco. Minha favorita. Sou gordo e tímido, não costumo chamar ninguém para dançar. Mas o Rei do Baião e algumas doses de licor de jenipapo fazem milagres. Ataquei a moreninha de vestido florido que assistia ao forró quietinha…”

Veja o resto aqui, no ótimo Espalitando dente.

O arrastão dos Candangues

06/06/2008

Quem digita  São João em Iaçu no google tem como primeira resposta Iaçu/Macondo « Licuri, ou seja, um post que fiz na véspera do São João do ano passado quando embarquei com toda minha ascendência e descendência no velho Corsa Sedam 99/2000 debaixo de chuva em direção à hospitalidade de seu Rubem Reis. Como boa parte das parcas visitas a este blog é resultado desta busca, resolvi atender à demanda indicando o endereço mais apropriado para informar as atrações juninas deste ano.
Clique aqui.
Recomendo o Arrastão dos Candangues, a reencarnação dos passageiros do trem Mochilão, que desfila no ritmo de São João na tarde do dia 23. O vídeo mostra parte dos candangues ao som do Trio Nogueira, no São João do ano passado.