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Circo Uga Uga

Sem título

 

O espetáculo vai começar…
Nesta hora todo circo se iguala. Picolino, Soleil, Tihany, Circo de Moscou, Uga Uga. Ou melhor, eu me igualo.

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Se tiver que escolher entre Tihany e Soleil, Abrakadabra

O ideal é ir aos dois. Mas se tiver que escolher, fique com o Tihany. Quem sugere sou eu aos 5 e 51 anos e Maria aos 7, que ontem, olhos no picadeiro,  decidiu se casar com um acrobata quando tiver “uns 29 anos”.  Precisa falar mais sobre o fascínio da menina? Do meu, quem lê este coco pequeno já tá de lona cheia de saber. E ontem estas três crianças tomaram um banho de felicidade vermelha e quente, o tom  predominante do Tihany.

Vivemos dias de circo em Salvador. Portugal  (o avião passa agora nos céus anunciando o espetáculo de hoje), Tihany e em breve Soleil, num crescendo do menor para o maior. Não vi ainda o Portugal, do Soleil vi Quidan, em 2009. Mas se o Soleil é o melhor do mundo, por que escolher o Tihany?

Talvez porque o Soleil seja perfeito. Tudo cronometrado ao milésimo, sem erro, sem excesso, com a precisão da medalha olímpica, da nota 10 de ginasta eslavo. Tão perfeito que chega a ser adulto.

O Tihany tem o grau de dificuldade dos números no mesmo patamar do Soleil e de quebra tem o  excesso de luz, de cor, de som, de breguice e a modernidade necessária,  como um palhaço (foto) que conduz o espetáculo Abrakadabra de forma brilhante, fazendo da troca de cenários um show a parte e esperado. O Tihany é mais Circo.

A ida ao circo ontem foi também meio mágica. De repente, dois convites para a estreia surgiram na minha caixa de diálogo mensagem do facebook, quase 7 da noite. Era a chance de ir de renca, as inteiras estavam garantidas. Soraya não pode porque estava trabalhando, Luísa preferiu manter o programa com as amigas, André simplesmente não quis. Todos eles perderam. Não perca você.

 

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Quase

Ontem voltei aos meus cinco anos. Luz, muita luz. Cor, todas as cores. Som, o violino ainda reverbera. Movimento. Corpos em movimento, num mix perfeito da babel humana. Realismo fantástico em cena. Dor e alegria. Tudo absurdamente sincronizado, roçando o limite da possibilidade humana. Quidam é um espetáculo do corpo. Não, não é por acaso que eles carregam o título de melhores. E eles são, de fato, os melhores do mundo. Conseguem ser quase tão bons quanto o Tihany dos meus cinco anos. Veja aqui.

Mais:  circopicolino.org.br